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Sucesso Financeiro em 5 RegrasPosted: 01 Dec 2011 04:30 PM PST

Num mundo “ideal” as famílias teriam o mesmo tamanho e com o mesmo nível de renda mensal tivessem padrão de vida e situação financeira semelhantes. Porém, não é o que acontece; é comum encontrar famílias parecidas, com padrões de consumo diferentes e condição financeira completamente oposta.

Observe a seguinte situação: a família “A” apresente um bom nível de bem-estar, possui uma boa casa, tem situação financeira organizada, para as suas contas em dia, demonstra controle e consegue poupar para o futuro. A família “B” paga aluguel, é desorganizada nos seus gastos, atrasa as suas contas, está sempre no cheque especial, apresenta uma situação financeira problemática, não tem patrimônio e não consegue poupar. Como explicar essa diferença?


A questão não tem a ver com números: tem a ver com mente, com emoções. Ainda que os rendimentos das duas famílias sejam iguais, o que explica a diferença entre a confortável situação da família “A” e a situação ruim da família “B” é, em primeiro lugar, a diferença na postura emocional diante do dinheiro e, em segundo lugar, a diferença nas habilidades para manejar finanças.

Se não quer correr o risco de fazer companhia à família “B” e passar a sua vida se debatendo com problemas de dinheiro, você precisa cuidar da sua educação financeira, reforçar os seus pontos fortes e melhorar nos seus pontos fracos. Há diversas atitudes importantes para a evolução pessoal e, entre elas, destacam-se as seguintes:

  1. Enfrentar as emoções que dificultam o progresso material;
  2. Adquirir conhecimentos financeiros;
  3. Treinar as habilidades necessárias para manejar ganhos, gastos e investimentos;
  4. Desenvolver a capacidade de agir.

Na maioria dos casos o caminho do progresso é árduo e lento. Caminhos árduos e lentos são trilhados por poucos, pois exigem vontade, disciplina, resistência e persistência, e é normal que ocorram recaídas e fracassos. Há os que caem, levantam-se e retomam a caminhada. Porém, longa é a fila dos que desistem e continuam sofrendo as conseqüências de uma má situação financeira; eles sofrem e submetem os filhos ao sofrimento pelo qual não têm culpa. Há muitas maneiras de trafegar nessa estrada; mas há cinco regras de ouro que merecem um destaque especial em um plano de ação.

REGRA NÚMERO 1 – INTERESSAR-SE PELO ASUNTO “DINHEIRO”

Um ditado da psicologia diz que “o primeiro passo para resolver um problema é admitir que ele existe”. Quando você admite a existência de algo – um fato, uma idéia, um acontecimento ou um problema – o seu cérebro começa a processar uma gigantesca rede de informações e conexões sobre aquele algo; é o começo da etapa “interessar-se”. E nos assuntos do dinheiro não é diferente.

As questões econômicas e financeiras são fatos de vida, e disso não há como escapar. O melhor que podemos fazer por nós, por nossa família e por nosso país é adotar uma atitude de atenção e interesse por estas questões. Todavia, tomar a atitude de interessar-se é um processo mental; é uma manifestação de vontade que precede a qualquer ação prática.

REGRA NÚMERO 2 – ESTUDAR PARA EXPANDIR A SUA INTELIGÊNCIA FINANCEIRA

Expandir os conhecimentos financeiros e as habilidades para manejar dinheiro depende de estudo. Se estudar é fundamental, por que poucos o fazem? Entre algumas razões destacamos o fato de que estudar é um ato solitário, exige tempo, recolhimento, paciência e disciplina. Outro aspecto é que muitos não descobriram que há outras formas de estudar além de forma tradicional.

Se você quer melhorar as suas condições, é necessário expandir a sua inteligência financeira. Estudo sem ação não produz resultado; ação sem estudo pode produzir resultados negativos. A questão é que as pessoas são diferentes, têm estilos e inteligências diferentes; por isso, a maneira de estudar deve estar de acordo com o tipo de inteligência de cada um. É importante frisar dois pontos:

  1. Não há uma forma única de estudar e aprender; para cada tipo de inteligência existe uma maneira apropriada;
  2. Você deve descobrir qual é o seu tipo de inteligência e qual o método de estudo que mais se adapta às suas características.

Se você tem “inteligência numérica”, você aprende com mais facilidade ao estudar por meio  de métodos quantitativos e recursos matemáticos. Essa característica é muito própria de engenheiros e economistas.

Se você tem “inteligência verbal-linguística”, você aprende mais lendo textos, ouvindo fitas, assistindo a exposições, e certamente não tem apreço por equações e números. Essa inteligência é muito presente nos oradores, nos políticos, nos pregadores religiosos e nos vendedores.

Já aqueles que têm “inteligência espacial”, como os arquitetos, os escultores e os estilistas, terão melhor proveito se adotarem métodos que usem imagens e figuras.

O importante é saber que há formas diferentes de aprender e cada um deve buscar aquela mais adequada ao seu tipo de inteligência. Estudar usando uma maneira não apropriada para a sua característica torna o estudo uma atividade enfadonha e pouco produtiva, além de dificultar o aprendizado.

Há várias formas e métodos que fazem do estudo uma atividade agradável e prazerosa. Identifique qual é o tipo da sua inteligência, descubra a maneira de estudar apropriada a você e expanda os seus conhecimentos e suas habilidades no trato com dinheiro.

REGRA NÚMERO 3 – ORGANIZAR A SUA VIDA FINANCEIRA

É imenso o número de pessoas que têm a vida financeira completamente desorganizada. Há dois tipos de organização: a burocrática documental e a operacional. A primeira diz respeito à ordem e à arrumação dos papéis e documentos, e seus respectivos registros; a segunda se refere ao planejamento (orçamentos e fluxos de caixa), à tomada de decisão e à execução de gastos e investimentos.

O primeiro passo para melhorar a gestão das finanças pessoais é arrumar os papéis e documentos e fazer os registros segundo uma técnica que faça sentido. Se você tem dificuldade em entender e classificar os documentos conforme a lógica contábil, procure ajuda de um financista ou contador. De início, já há uma vantagem: a elaboração de sua declaração de imposto de renda ficará bem mais fácil.

Na disputa por clientes, os bancos passaram a fornecer orientação e programas de computador direcionados a pessoas físicas; esses programas servem para registro de patrimônio, renda, gastos, aplicações financeiras e outras peças como orçamento e fluxo de caixa.

REGRA NÚMERO 4 – PLANEJAR AS SUAS METAS FINANCEIRAS

Há um provérbio que afirma não haver bons ventos para um barco que não sabe aonde quer ir. Na vida financeira também é assim. Não basta ter objetivos genéricos; é preciso ter metas. Defino “meta” como sendo o objetivo devidamente quantificado. Se você tem um objetivo do tipo “quero ter reservas financeiras quando me aposentar”, você tem apenas um objetivo geral; por mais que trabalhe para atingi-lo, não será possível fazer avaliações consistentes ao longo do caminho. Agora, se você diz “quero ter reservas de “X” mil reais quando chegar aos 60 anos”, bem, aí sim você tem não apenas uma, mas duas metas: 1) atingir “X” mil reais; 2) aos 60 anos.

O planejamento das suas metas financeiras é importantíssimo, e por uma razão muito simples: se você deixar claro o que quer obter, definindo quando e quanto, você terá “alvos” que vão balizar as suas ações em relação aos ganhos, aos gastos, à poupança e aos investimentos. Meta é isso: objetivos quantificados em termos de valores e prazos.

REGRA NÚMERO 5 – DISCIPLINAR-SE PARA EXECUTAR OS SEUS PLANOS COM ÊXITO

“Disciplina” é a capacidade de executar as decisões tomadas e realizar as ações planejadas, no tempo certo, na medida prevista e da forma correta. Não é fácil ser disciplinado; exige força interior, perseverança, organização e método. Disciplina é, possivelmente, a mais importante característica da competência.

Quando você faz um planejamento financeiro, é preciso deixar espaço para modificações corretivas, que são necessárias em função da mudança dos fatos da vida. Um bom planejamento é aquele que define uma faixa larga; você pode pender ora para a direita, ora para a esquerda, mas se permanecer entre as linhas da faixa, os seus objetivos serão atingidos. Um planejamento que trace uma linha única, sem possibilidade de alterações para mais ou para menos, acaba virando uma camisa de força impossível de ser cumprida. As ações do futuro são sempre planejadas tomando por base um cenário previsto. Considerando que a realidade sempre acaba apresentando muitas diferenças em relação ao previsto, o planejamento deve ser flexível para permitir correções de rumo. Se o plano for flexível, as ações poderão ser adaptadas e as alterações de cenário não serão pretexto para deixar de cumprir as metas.

A disciplina é uma característica que embora esteja ligada a traços da personalidade do indivíduo, pode ser aprendida. O ser humano pode no tempo que lhe é concedido viver, adquirir características e habilidades, pela educação, pelo estudo, pela experiência e pela dor.

Por isso lembre-se das cinco regras de ouro para o sucesso financeiro:

  1. Interesse-se pelo assunto dinheiro;
  2. Estude, busque conhecimento para expandir a sua inteligência financeira;
  3. Organize a sua vida financeira;
  4. Planeje as suas metas financeiras;
  5. Discipline-se para executar os seus planos com êxito.

Um sexto e importantíssimo passo é CONFIE EM DEUS, peça a Ele ajuda e sabedoria para controlar suas finanças. Devolva a Deus os Dízimos e Ofertas, seja fiel e Ele lhe compensará.

 “Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará.” Salmos 37:5


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Mercado de AçõesPosted: 08 Dec 2011 04:27 PM PST

O que é o mercado de ações e como ele funciona?

De acordo com o Portal do Investidor (ligado do Ministério da Fazenda e a Comissão de Valores Mobiliários – CVM), ações são valores mobiliários, emitido por sociedades anônimas, que representam uma parcela do seu capital social. O proprietário de ações emitidas por uma companhia é chamado de acionista e tem status de sócio, tendo direitos e deveres perante a sociedade, no limite das ações adquiridas.
Apesar de todas as sociedades anônimas terem o seu capital dividido em ações, somente as ações que forem emitidas por companhias de capital aberto, as quais possuem registro na CVM, poderão ser negociadas publicamente.

A propriedade da ação é representada por um “Certificado de Ações” ou pelo “Extrato de Posição Acionária” emitidos, respectivamente, pela companhia e por uma instituição contratada pela sociedade para o atendimento aos acionistas. Em qualquer caso, no documento deverá constar, dentre outras informações, o número de ações possuídas e o nome do acionista.

A forma de investimento mais conhecida hoje é o de ações na Bolsa de Valores, por dois motivos:

  • Porque considerada um símbolo máximo do capitalismo. É onde o capital funciona como termômetro da saúde econômico/financeira, seja real ou imaginária, seja política, social, filosófica ou científica.
  • Por causa do charme que representa. Empresas com capital da bolsa, ou investidores que aplicam da bolsa se sentem como estando num superior status social.
  • Também é o tipo de investimento mais diversificado e democrático. Ali estão lado a lado investidores sérios, conservadores, manipuladores, especuladores e até os viciados em jogo. Também estão os que possuem pouco dinheiro para investir e os que têm muito.

O que você ganha quando se torna acionista?

São três as formas de ganhar dinheiro com ações:

1-    Dividendos e bonificações: Quando você compra uma ação de uma companhia aberta se torna acionista e participa do lucro da companhia através do recebimento de dividendos e de bonificações.

2-    Subscrições: Quando for o caso de emissão de novas ações por parte da companhia, haverá ainda o direito de subscrição (adquirir essas ações em condições vantajosas).

3-    Valorização em Bolsa: Pode ganhar também caso haja valorização do preço das ações na bolsa de valores.

Como escolher uma ação?

1-    Por Liquidez:

Entre os diversos fatores que envolvem a escolha de uma ação para compor uma carteira de investimentos é a consciência da relevância da liquidez da ação (grau de facilidade com que podemos converter o ativo em dinheiro: quanto mais fácil e rápido pudermos converter um ativo em dinheiro, maior será sua liquidez).

A Bolsa de Valores de São Paulo – BOVESPA – coleta, organiza e divulga uma série de informações sobre os negócios realizados em cada pregão (sessão em que se efetuam negócios com ações, por sistema de negociação eletrônica), e entre elas estas informações estão os índices que mostram o comportamento de todo mercado ou de segmentos específicos de mercado. O índice geral é chamado de “Ibovespa”, que reflete o comportamento das principais ações negociadas por volume e cotação. Existem também outros índices que refletem ações de empresas por setor, como energia elétrica, telecomunicações, etc..

Esses índices apresentam as ações que estão mais presentes aos pregões e que, por isso, são mais fáceis de comprar e vender.

2-    (a segunda forma de você escolher uma ação é…) Por espécie de ações:

No Brasil, há três espécies de ações emitidas pelas companhias abertas. O que as diferencia são os direitos que concedem a seus acionistas. O Estatuto Social das Companhias, que é o conjunto de regras que deve ser cumprida pelos administradores e acionistas, define as características de cada espécie de ações.

  1. a.     Ação Ordinária (sigla ON)

Sua principal característica é conferir ao seu titular direito a voto nas Assembléias de acionistas.

  1. b.     Ação Preferencial (sigla PN)

Normalmente, o Estatuto retira dessa espécie de ação o direito de voto. Em contrapartida, concede outras vantagens, tais como:

  1. i.      Prioridade na distribuição dos dividendos, o que significa que não podem ser pagos dividendos às ações ordinárias sem que se pague os dividendos às ações preferenciais;
  2. ii.      Prioridade no reembolso do capital, o que significa que, no caso de liquidação da companhia, depois de pagos os credores, os recursos que sobrarem serão destinados primeiramente ao resgate das ações preferenciais.

As ações preferenciais podem ser divididas em classes, tais como, classe “A”, “B” etc. Os direitos de cada classe constam do Estatuto Social.

  1. c.      Ações de Fruição

São ações que já foram amortizadas, ou seja, a companhia antecipou ao acionista a quantia a que ele teria direito no caso de liquidação da companhia. Somente o Estatuto ou a Assembleia Geral Extraordinária da companhia poderá autorizar esta operação.

3-    Por forma:

  1. a.     Ações Nominativas

Estas são as ações emitidas em nome de seu titular, o qual estará inscrito no Livro de Registro de Ações Nominativas. O controle da posição dos titulares poderá também ser feito por instituições financeiras especificamente autorizadas pela Comissão de Valores Mobiliários – CVM, sendo essas ações apresentadas na forma escritural.

  1. b.     (quanto a forma, além das nominativas, temos também as… ) Ações ao Portador

4-    Pelo valor ou perspectiva de valor

O preço das ações, chamado no mercado de “cotação”, oscila conforme a expectativa dos investidores em relação à companhia.

Vários fatores influenciam os investidores na decisão de comprar ou vender as ações, entre eles:

  1. A perspectiva de lucro da companhia em suas atividades;
  2. o fluxo de dividendos a serem distribuídos;
  3. as projeções realizadas pelos analistas de mercado relativas aos rumos da Companhia;
  4. análises das escolas que estudam a tendência do preço das ações;
  5. a liquidez das ações no mercado;
  6. o grau de alinhamento de interesses existente entre administradores, acionista controlador e demais acionistas;
  7. indicadores de mercado.

Se o resultado desse conjunto de fatores for favorável, a procura por essas ações fará com que sua cotação suba. Se acontecer o contrário, sua cotação cairá.

Como negociar ações?

Os investidores devem comprar ou vender ações emitidas por companhias abertas através das corretoras ou distribuidoras de valores mobiliários, que são sociedades integrantes do sistema de distribuição de valores mobiliários que possuem registro na CVM.

As ordens dadas às sociedades distribuidoras serão repassadas às corretoras, quando a compra ou venda for efetuada no pregão da Bolsa de Valores.

A lista completa de corretoras e distribuidoras de valores mobiliários está disponível no site da CVM. O cadastro de corretoras também poderá ser encontrado no site da Bovespa.

A própria Bolsa tem em seu portal (www.bmfbovespa.com.br) um curso rápido para investimentos em ações. Mas, adverte que se trata de investimento de alto risco.

Esse curso indica seis passos para realizar investimentos na Bolsa de Valores:

  1. a.     Defina um Objetivo:

O que você vai fazer com o dinheiro que pretende investir? Quanto tempo tem para que ele renda? Dê um nome para seu investimento: “meu apartamento”, “meu carro novo”, “a viagem que sempre planejei”, “minha aposentadoria”, “os estudos de meu filho”. Você escolhe. Mas é preciso saber porque você está se esforçando. É preciso ter um objetivo para alcançá-lo.

  1. b.     Formas de Investir:

Existe ali a opção de compra direta de ações, via corretor, fundos de índices (ETFs), clubes de investimento e fundos de investimentos em ações.

  1. c.      A Corretora:

Nesse passo, você deve escolher uma corretora, pois somente por corretoras será possível atuar na Bolsa. A própria Bolsa, em seu portal, tem ferramentas que facilitam para você escolher uma que seja confiável e autorizada a atuar nos pregões de ações e mesmo de mercado futuro e commodities.

A corretora deve preparar você para entrar no mercado de ações, mostrar as melhores formas de investimento, acompanhar durante o período em que o dinheiro estiver investido e apresentar relatórios do que foi feito.

  1. d.     Como abrir a conta na corretora:

Uma vez escolhida a corretora, você deve firmar um contrato legal. Para isso precisa apresentar a Carteira de Identidade (RG), CPF, e comprovante de residência. Deve também preencher a ficha cadastral, fornecido pela corretora. Por fim, deve assinar Termo de Adesão e o Contrato de Intermediação.

  1. e.     Taxas:

Existem dois tipos de taxas que terá que pagar:

  1.  i.      Taxa de Corretagem: É o percentual pago sobre o valor da operação realizada;
  2.  ii.      Taxa de Custódia: É o valor mensal cobrado pela guarda das ações pela Bolsa e pelos serviços oferecidos pela corretora. Esse valor varia de corretora para corretora, dependendo das ferramentas disponíveis.

É bom observar aqui que as operações de venda de ações de até R$ 20 mil por mês são isentas do imposto de renda.

  1. f.       Como escolher suas ações:

Já decidiu entrar no mercado de ações. Tem os objetivos definidos. Escolheu a corretora. Então faça o seguinte:

  1. i.      Siga a orientação da corretora. Eles são especialistas no mercado.
  2. ii.      Una o lado consumidor ao investidor. Compra ações das empresas que você consome produtos. Se você tem confiança para comprar, ela deve ser confiável para se tornar sócio.
  3. iii.      Conheça o negócio da empresa da qual está se tornando sócio. A Bolsa oferece um cálculo preliminar do valor de mercado das companhias que tem suas ações no mercado. Esse valor tem que ver com o valor patrimonial e dos negócios que realiza, mas não leva em conta as variáveis de mercado. Porém é um bom começo.
    Veja também o vídeo “Como analisar o desempenho das empresas” no 6º passo do curso.

Analise as empresas, aquelas que são mais negociadas na Bolsa são as mais seguras, apesar de não significar que haverá o maior retorno financeiro.

Deve-se também levar em conta a ação de especuladores. Eles podem provocar, através de boatos e ações dissimuladas, alteração nos valores de mercado, com compras e vendas que simulam quadros de altas ou baixas nas cotações. Isso ocorre principalmente com ações de empresas menos negociadas e menos conhecidas. Mesmo que a Bolsa de Valores, a CVM, e outras instituições interessadas neguem, isso pode acontecer.

 “Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam; porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração.” Mateus 6:19-21.

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