SALDO EXTRA – Como investir?

 

Saldo Extra


Como investir?

Posted: 07 Oct 2011 06:49 AM PDT

Antes de se lançar no mercado, o investidor precisa saber o que deseja, o que pode oferecer e como vai atuar. Só depois de decidir o “seu perfil”, como identificam os especialistas em mercado, é que poderá escolher as armas para a “guerra” do mercado, sem sair desapontado.

Cadernetas de poupança, fundos de investimento, certificados de depósitos bancários (CDBs), ações na Bolsa de Valores, commodities ou mercado futuro da Bolsa de Mercadorias, são apenas algumas das opções.

Um investimento não depende tanto de preferências, como se fosse uma torcida, mas qual se adapta melhor ao volume, prazo, disponibilidade de tempo em administrar a “carteira” (soma de seus investimentos), ou nível de riscos que deseja assumir.

Muitos optam pela caderneta de poupança por desinformação do mercado e as possibilidades que outras modalidades oferecem. É por isso que ficam desapontados com os rendimentos e tendem a desacreditar nos ganhos do mercado. Aliás, este ano, a poupança oscila entre 0,50 e 0,65% ao mês.

OBS.: VEJA O VÍDEO NO LINK ABAIXO!!!


http://novotempo.com/saldoextra/2011/10/07/como-investir/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+SaldoExtra+%28Saldo+Extra%29
TIPOS DE ESTRATÉGIAS

A primeira coisa que devemos considerar são as estratégias existentes e que podemos adotar. A dificuldade é adaptar as condições de mercado para escolher estratégias que melhor indiquem nossos interesses e características.

A aplicação ideal é a que “oferece segurança total, alta liquidez, rendimento elevado, seja isenta de impostos e sem incidência de outras taxas”, segundo análise da ONG Pro Teste (Revista Pro Teste, Abril de 2002). Diante desta meta, é necessário conhecer o mercado, buscar informações e optar pela aplicação que se mais se aproxime deste ideal

DEFININDO OBJETIVOS

O primeiro passo é definir seus objetivos. Olhando para o que foi dito há pouco, vamos ter que aceitar maior ou menor grau de risco, ou valores, ou liquidez, ou rendimento. O equilíbrio que aceitarmos nesses itens pode definir nossos objetivos e nossa estratégia.

Considere a seguinte classificação:

  1. Segurança (Quem garante o investimento? Se for o governo, a segurança tende a ser alta, isto é, mais segura)
    1. Neste item, entra o grau de risco. Lembre-se, quanto maior o lucro, normalmente é também maior o risco de prejuízo e até perda total.
  2. Liquidez (Se eu precisar do dinheiro desimpedido para uma emergência, quanto tempo levo para retirar do investimento? Se puder retirar na hora, sem perdas, significa que tem alta liquidez)
  3. Rendimento (Quanto ganho em menos tempo? Se o lucro for alto, significa que tenho grande rendimento)
  4. Impostos e taxas (Os impostos e as taxas de administração tendem a diminuir os ganhos ou rendimentos. Preciso ficar de olho nesse detalhe. É essa a diferença básica entre investir num ou noutro banco, ou na escolha da corretora ou consultoria)
  5. Limites de volumes (Depende o que tenho em mãos para investir. Se é um valor único, ou se pode ser acrescentar periodicamente. Se é um volume baixo ou uma bolada, como exemplo, o resultado da venda de um imóvel)

A combinação desses elementos, de acordo com o perfil do investidor e dos recursos disponíveis determina os objetivos e a estratégia.

Vamos agora a algumas estratégias básicas, para dar uma noção melhor de como escolher seus investimentos:

1.     CONSERVADOR

Principais objetivos:

– Manter as suas economias, o poder de compra e criar uma reserva de emergência.

Características:

– Normalmente busca orientação antes de aplicar. Ainda que disponha de tempo para manter o dinheiro investido, prefere não sair das opções de baixo risco. Diante de uma oscilação negativa no valor do seu investimento, tende a resgatá-lo imediatamente.

Produtos:

– Investe 100% do seu dinheiro em poupança, CDB ou fundos DI. Contudo, quando o horizonte temporal é superior a cinco anos, essa opção pode ser prejudicial. Acaba reduzindo o potencial de rendimento.

Por isso, uma sugestão é dividir o dinheiro entre fundos de renda fixa, fundos DI e colocar uma pequena porcentagem em fundos de ações.

2.     MODERADO

Principais objetivos:

– Aumentar o patrimônio e obter uma rentabilidade acima do mercado.

Características:

– É mais interessado no mercado financeiro e costuma analisar os produtos antes de tomar uma decisão. Assume alguns riscos e aceita diversificar parte de suas aplicações. Diante de uma oscilação negativa no valor de seu investimento, tende a permanecer no fundo e esperar a recuperação.

Produtos:

– Pode investir cerca de 70% do capital em renda fixa e fundos DI, mais conservadores e menos sujeitos a oscilações bruscas, e diversificar os outros 30% em investimentos mais agressivos, como os fundos de ações.

3.     ARROJADO

Principais objetivos:

– Promover um crescimento considerável do seu patrimônio. Pretende investir por um longo prazo (mais de cinco anos) e obter alta rentabilidade.

Características:

– Conhece o funcionamento dos mercados e sente-se seguro para lidar com a sua volatilidade (o sobe-e-desce das bolsas, por exemplo). Aposta em produtos de risco. Diante das oscilações negativas de sua carteira, não se assusta, pois espera por ganhos consideráveis no futuro.

Produtos:

– Pode investir 50% a 100% em renda variável (como ações ou fundos de ações) ou outros ativos de risco (fundos derivativos ou cambiais). Sempre que possível, faça a revisão de seus investimentos e reflita sobre os prazos da manutenção da carteira. Assim você poderá reavaliar se as aplicações continuam adequadas a seus objetivos e se posicionar sobre a relação entre risco e retorno.

DIVERSIFIQUE SUAS APLICAÇÕES

Diversificar é sempre melhor do que se concentrar num único produto ou mercado. É impossível adivinhar o movimento de subida e descida da bolsa, dólar ou juros. Se você variar a forma de investir pode compensar as perdas de um lado com ganhos em outro.

Sempre que possível, faça a revisão de seus investimentos e reflita sobre os prazos da manutenção da carteira. Assim você poderá reavaliar se as aplicações continuam adequadas a seus objetivos e se posicionar sobre a relação entre risco e retorno.

Lembre-se de que tudo que você fizer, neste assunto, não deve ser fora do contexto de que quem lhe deu possibilidades de ter recursos para investir foi Deus. Portanto, não se esqueça de que tudo que fizer, faça para Sua honra e glória.

“Ao que Jesus lhes disse: Tende fé em Deus; porque em verdade vos afirmo que, se alguém disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar no seu coração, mas crer que se fará o que diz, assim será com ele. Por isso, vos digo que tudo quanto em oração pedirdes, crede que recebestes, e será assim convosco.” Marcos 11:22-24

“Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida.” Tiago 1:5

FONTE: http://novotempo.com/saldoextra/2011/10/07/como-investir/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+SaldoExtra+%28Saldo+Extra%29

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