Novidades – Reavivamento e Reforma

 

Passos para o estudo da Bíblia

Posted: 12 Sep 2011 11:19 AM PDT

“Achada as tuas palavras, logo as comi, e a tua palavra foi para mim o gozo e alegria do meu coração; porque pelo teu nome sou chamado, ó SENHOR Deus dos Exércitos”. Jeremias 15:16
“Muitos que afirmam crer na Bíblia de uma capa a outra, na verdade nunca a leram de uma capa a outra.” Rick Warren
A Bíblia sempre foi o livro mais amado e odiado em todos os tempos. Nenhum foi mais traduzido, vendido e referenciado. E nenhum foi tão odiado, debochado e desacreditado. Houve tempo em que seus exemplares eram raros e estes escondidos e acorrentados. Hoje existem Bíblias de todas as cores, tamanhos, versões e estilos. Há Bíblias para todos os gostos!
No entanto, temo que mesmo com milhões e milhões de Bíblias espalhadas por todo o mundo, ainda assim, as pessoas não a estejam lendo.
Com certeza você tem acesso a alguma Bíblia, mas pergunto: Quantas vezes por dia você a lê? Quanto tempo passa com a Bíblia aberta diante dos seus olhos e coração?
O tempo que passamos ao lado das Sagradas Escrituras diz muito sobre nossas prioridades e sobre quem somos.
A Bíblia deve ser:
Lida
Ouvida
Estudada
Memorizada
Partilhada
“Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo.” Apocalipse 1:3
Enquanto a Bíblia não for de fato o livro dos livros no nosso coração, não operará as transformações de caráter que todos precisamos. Não seremos semelhantes a Jesus e não refletiremos o céu na terra!
Para que a Bíblia faça a diferença real na nossa vida são necessários alguns passos importantes:
1º Passo Tempo e Lugar
“Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite.” Salmo 1:1 e 2. Todas as vezes que você pensar em ler a Bíblia, precisa dessas duas palavras: TEMPO e LUGAR. É claro que podemos aproveitar qualquer tempinho livre e lermos a Bíblia em qualquer lugar. Mas se quisermos de fato ter comunhão com Jesus e com o céu, precisamos de planejamento.
Definirmos um lugar agradável e silencioso que propicie comunhão para ouvir Deus falando através das linhas sagradas é fundamental. A mesma coisa diríamos sobre o tempo, precisamos dele para absorver racional, emocional e espiritualmente as orientações divinas.
Um grande engano pregado “a todo pulmão” em muitos lugares é que melhor ler dois versos da Bíblia com meditação e oração do que dois capítulos sem a devida concentração. A verdade é que os dois modelos  são falsos. Devemos ler com qualidade, mas também com quantidade de tempo. Não podemos formar a geração dos “dois bons minutos com Jesus”. Precisamos passar bastante tempo com qualidade ao lado das Sagradas Escrituras, por isso a importância do tempo e lugar.
2º Passo Pré disposição Mental
“Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.”  1 Coríntios 2:14
Temos que ter sempre em mente que a Bíblia é um livro normativo. Dentro dela existem regras, leis, conselhos e orientações divinas. Assim a única resposta aceitável diante das exortações bíblicas é nossa total obediência.  A Bíblia sempre será um livro transformador de pessoas. É impossível ficar indiferente a ela. Ou a amamos ou a desprezamos.
Desta forma, ao ler a Bíblia, ore antes de qualquer coisa. Peça que Deus lhe ajude a compreender as Escrituras, depois que ela seja internalizada em sua mente e coração. Coloque-se em posição humilde de aprendizagem e deixe-se moldar pelas orientações divinas. Experimente colocar em prática o que aprender, para viver os planos de Deus na sua vida!
3º Passo Interpretação
“Assim, pois, a palavra do SENHOR lhes será mandamento sobre mandamento, mandamento sobre mandamento, regra sobre regra, regra sobre regra, um pouco aqui, um pouco ali…” Isaías 28:13
Todo estudo sério precisa ser sistematizado. Não podemos ler o Livro do Céu de qualquer jeito. É importante lembrar que a Bíblia se auto explica. Assim, leia o verso em questão, caso não entenda leia os versos anteriores e posteriores para compreender o contexto imediato. Se as dúvidas persistirem leia o capítulo, ou mesmo o livro em questão! Caso seja necessário leia toda a Bíblia, e lembre-se que Deus lhe guiará a toda a verdade!
Seguindo esses simples passos teremos uma leitura capaz de transformar nossa vida e a vida daqueles a quem amamos!
Outras sugestões:
“Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho.” Salmos 119:105
“Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam;” João 5:39
“Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro. E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro.” Apocalipse 22:18 e 19.
——
Ivan Saraiva, orador da Voz da Prodecia e Está Escrito

Postagens relacionados:

  1. Estudo da Bíblia faz parte da iniciativa de reavivamento San Salvador, El Salvador…[ANN] Líderes da Divisão Interamericana da Igreja…
  2. A dois passos do paraíso Um comercial ressuscitou o jingle A dois passos do paraíso…
Janela para o céu

Posted: 12 Sep 2011 04:32 AM PDT

Quando tinha nove anos, fui convidada pelo vizinho para participar dos cultos que ele fazia com a família dele. Pedi autorização aos meus pais e toda noite me unia àquela família para orar e ler trechos da Bíblia. Especialmente as histórias do Gênesis me deixavam impressionada. Comecei a mudar minhas atitudes em casa e meus pais ficaram preocupados, achando que eu estava ficando “fanática”. Proibiram-me de participar dos cultos e resolveram rezar o terço em casa. Para o meu irmão e para mim, aqueles eram momentos muito desagradáveis. “Tudo bem que a gente reze, mas não precisam ficar com essa cara de tristes”, pedia ele. Aqueles eram momentos realmente maçantes e, com o tempo, meus pais acabaram desistindo da idéia e tudo voltou a ser como antes. Que pena. Perdemos uma grande chance de conhecer melhor a Deus, antes mesmo de nos tornarmos adventistas.
O tempo passou. Cresci, me casei e tenho três filhos pequenos. Quando me lembro dessa experiência da minha infância, fico me perguntando o que tenho feito para tornar a religião algo agradável e relevante na vida das minhas meninas.
Alguns pais se sentem orgulhosos e felizes por verem seus filhos prosperarem intectual e materialmente. Isso é bom, mas se o coração deles está vazio, longe de Deus e em busca apenas das honras deste mundo, é tudo vão. E quando Jesus voltar e perguntar por esses filhos? Eles são um presente emprestado. Um dia teremos que devolvê-los a Deus. Infelizmente, muitos se esquecem disso e criam filhos apenas para este mundo.
Você tem buscado a Deus a fim de ensinar seus filhos a dependerem dEle também? Ou tem colocado outras coisas no topo de sua lista de prioridades – novelas, filmes, esportes, propriedades? Os filhos observam tudo e aprendem com nosso exemplo.
Braço poderoso – Se deseja a ajuda de Jesus para salvar, abençoar e livrar seus filhos das más influências, há um braço poderoso estendido para você. Deus é tão bom que deixou orientações claras e específicas para que os pais ajudem os filhos: “Toda família deve construir seu altar de oração, reconhecendo que o temor do Senhor é o princípio da sabedoria” (Ellen G. White, Orientação da Criança, p. 517). E Ele diz mais: “Acheguemo-nos confiadamente junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna” (Hebreus 4:16).
Assim como os patriarcas, devemos também construir no lar um altar de oração – o culto familiar. Mas como deve ser esse culto? Ellen White dá algumas dicas:
“O pai, como sacerdote da casa, deponha sobre o altar de Deus o sacrifício da manhã e da tarde” (Orientação da Criança, p. 519).
O culto não deve ser de forma insípida e com monótona repetição de frases. Deus é desonrado quando o culto é seco e tedioso. Deve conter a expressão de nossas necessidades e homenagem de grato amor ao Criador.
As orações devem ser curtas e ao ponto, com palavras simples. “Quando um capítulo comprido é lido e explicado e se faz uma longa oração, esse precioso culto se torna enfadonho e é um alívio quando passa” (Ibidem, p. 521).
Escolha um trecho interessante e fácil da Bíblia – e todos devem ler. Alguns versos são suficientes para dar uma lição que será praticada todo o dia.
A criança também pode ajudar a preparar o culto e escolher o que vai ser lido. Depois deve-se perguntar a ela sobre o que foi lido e fazer aplicações na vida diária.
O ideal é que os cultos sejam feitos antes do desjejum e à tarde, antes de que venha o cansaço e o sono. “É o dever dos pais cristãos, de manhã e à tarde, pela fervente oração e fé perseverante, porem um muro em torno de seus filhos” (Serviço Cristão, p. 210).
Não se deixe levar pelas circunstâncias: mesmo quando estiver muito atarefado ou quando houver visitas em casa, não negligencie o culto. Assim, as crianças aprenderão a importância da religião na vida da família.
Aproveite o poder da música. Ela é um ato de adoração como a oração, e é “um dos meios mais eficazes para impressionar o coração com as verdades espirituais. Quantas vezes, ao coração oprimido duramente e pronto a desesperar, vêm à memória algumas das palavras de Deus – as de um estribilho, há muito esquecido, de um hino da infância – e as tentações perdem o seu poder, a vida assume nova significação e novo propósito, e o ânimo e a alegria se comunicam a outras pessoas!” (Orientação da Criança, p. 523).
Tenho experimentado o poder do culto familiar em meu próprio lar. Minha filha Giovanna, quando tinha quatro anos, “compunha” um hino todos os dias e tinha prazer em apresentá-lo no momento do culto. Eram (e continuam sendo) momentos especiais de união e paz. E sempre que oro por minha família e peço a Deus forças para cumprir minha missão de mãe, me vem à mente a promessa: “Ele não Se desviará de vossas petições, deixando a vós e aos vossos como brinquedo de Satanás, no grande dia do conflito final. É vossa parte trabalhar com simplicidade e fidelidade, e Deus estabelecerá a obra de vossas mãos” (Ibidem, 526).
Quero ter meus filhos no Céu, por isso preciso apresentá-los ao Céu. É como se nós, pais, na hora do culto familiar, convidássemos: “Filhinho(a), venha aqui. Dê uma espiada nesse lugar. Que tal morarmos lá?”
Abra essa “janela para o Céu” em sua casa também.
Débora Borges é pedagoga

Postagens relacionados:

  1. A importância do Culto Famíliar É o culto familiar que faz com que uma casa…
  2. Pressa… inimiga da salvação! Lembro que poucos dias atrás, com “centenas” de coisas para…
A vizinhança: um grande campo de trabalho

Posted: 12 Sep 2011 04:00 AM PDT

Volta para casa e conta aos teus tudo o que Deus fez por ti. Então, foi ele anunciando por toda a cidade todas as coisas que Jesus lhe tinha feito. Luc. 8:39.

Em toda parte, os campos estão-se abrindo, pedindo os serviços do pregador vivo. Na pátria e no estrangeiro há oportunidades que parece não ser possível aproveitar. No entanto, há um grande número de pessoas que têm a luz da verdade, e caso fizessem tudo que está ao seu alcance para comunicar a luz a outros, quanto poderia ser realizado! Nem todos podem ser pregadores da Palavra, mas todos podem fazer algo para Cristo em seus próprios lares. Eles poderiam fazer um bom trabalho entre os seus vizinhos. Se puserem a mente e o coração no trabalho, conseguirão idear planos pelos quais possam ser úteis em algum sentido, qualquer que seja sua posição.

As crescentes oportunidades para ser útil, as ocasiões providenciais para que seja apresentada a Palavra de Deus requerem nossas oferendas de tempo, intelecto e dinheiro, dádivas grandes e pequenas, segundo Deus nos tem prosperado, a fim de abrir caminho para a verdade nos lugares entenebrecidos da Terra, para estabelecer o estandarte da justiça e promover os interesses do reino de Cristo. Os anjos celestiais esperam unir-se aos instrumentos humanos, para que muitas almas possam ouvir, ser impressionadas pelo Espírito Santo e converter-se.

Há muito tempo temos esperado e aguardado a vinda do Senhor; estamos, porém, fazendo tudo o que está ao nosso alcance para apressar Sua vinda? “Não retarda o Senhor a Sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento.” II Ped. 3:9. Embora o Senhor esteja sempre trabalhando, embora todo o Céu se empenhe na obra sobre a Terra, a fim de conduzir homens a Cristo e ao arrependimento, o que os instrumentos humanos estão fazendo para serem condutos de luz e poderem cooperar com os instrumentos divinos? Estão eles perguntando diariamente: “Senhor, que queres que faça?” Atos 9:6. Estão praticando a abnegação, como Jesus? Acham-se profundamente despertados, com o coração enlevado em oração a Deus, para poderem estar participando de Sua graça, o Santo Espírito de Deus, e terem sabedoria para trabalhar com suas capacidades e recursos para salvar almas que perecem longe de Cristo? Review and Herald, 16 de maio de 1893.

Ellen White é escritora norte-americana

A historicidade confiável do livro de Daniel

Posted: 12 Sep 2011 04:00 AM PDT

Há pelo menos três bons motivos para acreditarmos que o livro bíblico de Daniel é confiável do ponto de vista histórico e que de fato foi escrito no 6º século antes de Cristo:
1) A arqueologia tem reconstruído as informações históricas do livro de Daniel
a) Toda a história desse profeta hebreu se passa na cidade de Babilônia. Os críticos da Bíblia afirmavam que, se Babilônia realmente houvesse existido, não passaria de um pequeno clã. A arqueologia demonstrou o oposto. Os resultados dos estudos do arqueólogo alemão Robert Koldewey, feitos entre 1899 e 1917, provaram que Babilônia era um grande centro econômico e político no Antigo Oriente Médio na metade do 1º milênio a.C. (600 a.C.).
b) Outro ponto de questionamento era sobre a existência ou não de Nabucodonosor, rei de Babilônia na época do profeta Daniel. Mais uma vez a arqueologia resolveu a questão trazendo à luz muitos tabletes que foram encontrados nas ruínas escavadas por Koldewey com o nome Nabu-Kudurru-Usur, ou seja, Nabucodonosor! Não é incrível como um tablete de 2.600 anos consegue esmiuçar teorias fundamentadas no silêncio?
c) Assim como a opinião dos críticos teve de ser radicalmente mudada a respeito de Babilônia e de Nabucodonosor, o mesmo aconteceu com Belsazar, o último rei da Babilônia. Críticos modernos não concordavam com essa informação. Novamente a arqueologia refutou essa opinião. Vários tabletes cuneiformes confirmam que Nabonido, o último rei de Babilônia, deixou seu filho Bel-Shar-Usur (Belsazar) cuidando do Império enquanto ele estava em Temã, na Arábia. Você pode confirmar em Daniel 5:7 que Belsazar ofereceu para Daniel o terceiro lugar no reino, já que o pai, Nabonido, era o primeiro e ele, Belsazar, o segundo.
d) Até os amigos de Daniel estão documentados nos tabletes cuneiformes da antiga Babilônia. Foi descoberto um prisma de argila, publicado em 1931, contendo o nome dos oficiais de Nabucodonosor. Três nomes nos interessam: Hanunu (Hananias), Ardi-Nabu (Abed Nego) e Mushallim-Marduk (Mesaque). Incrível! Os mesmos nomes dos companheiros de Daniel mencionados nos capítulos 1, 2 e 3 de seu livro! Um grande defensor dessa associação é o adventista e especialista em estudos orientais William Shea, em seu artigo: “Daniel 3: Extra-biblical texts and the convocation on the plain of Dura”, AUSS 20:1 [Spring, 1982] 29-52. Hoje esse artefato encontra-se no Museu de Istambul, na Turquia.
Resumindo: as informações históricas do livro de Daniel são confirmadas pela arqueologia bíblica.
2) Por muitos anos os defensores da composição do livro de Daniel no 2º século a.C. se valeram das palavras gregas do capítulo 3 para “confirmar” a autoria da obra no período helenístico. Essa opinião apresenta dois problemas sérios:
a) Há ampla documentação do relacionamento entre os gregos e os impérios da Mesopotâmia antes mesmo do 6º século a.C. Nos registros do rei assírio Sargão II, por exemplo, fala-se sobre cativos da região da Macedônia (Cicília, Lídia, Ionia e Chipre). Se os judeus em Babilônia eram solicitados para tocar canções judaicas (Salmo 137:3), por que não imaginar o mesmo com os gregos? Um poeta grego chamado Alcaeus de Lesbos (600 a.C.) menciona que seu irmão Antimenidas estava servindo no exército de Babilônia. Logo, não nos deve causar espanto algum o fato de termos na orquestra babilônica instrumentos gregos.
b) Se o livro de Daniel foi escrito durante o período de dominação grega sobre os judeus, por que há apenas três palavras gregas ao longo de todo o livro? Por que não há costumes helenísticos em nenhum dos incidentes do livro numa época em que os judeus eram fortemente influenciados pelos filósofos da Grécia? Esse fato parece negar uma data no 2º século a.C.
Resumindo: o fato de existirem palavras gregas no terceiro capítulo de Daniel não prova sua composição no 2º século a.C., pelo contrário, intercâmbio cultural entre Babilônia e Grécia era comum antes mesmo do 6º século a.C.
3) Daniel foi escrito em dois idiomas: hebraico (1:1-2:4 e 8:1-12:13) e aramaico (2:4b-7:28).
Diversos nomes no estudo do aramaico bíblico (Kenneth Kitchen, Gleason Archer Jr, Franz Rosenthal, por exemplo) afirmam que o aramaico usado por Daniel difere em muito do aramaico utilizado nos Manuscritos do Mar Morto que datam do 2º século a.C. Para Archer Jr., a morfologia, o vocabulário e a sintaxe do aramaico do livro de Daniel são bem mais antigos do que os textos encontrados no deserto da Judéia. Não só isso, mas que o tipo da língua que Daniel utilizou para escrever era o mesmo utilizado nas “cortes” por volta do 7º século a.C.
Resumindo: o aramaico utilizado por Daniel corresponde justamente àquele utilizado em meados no 6º século a.C. nas cortes reais.
Qual a relevância dessas informações para um leitor da Bíblia no século 21? Gostaria de destacar dois pontos para responder esta questão:
1) Como foi demonstrado acima, Daniel escreveu seu livro muito antes do cumprimento de suas profecias. Logo, isso nos mostra a Soberania e Autoridade de Deus sobre a história da civilização. Se Deus é capaz de comandar o futuro, Ele é a única resposta para os problemas da humanidade.
2) A inspiração das Escrituras. O livro de Daniel se mostrou confiável no ponto de vista histórico e, consequentemente, profético. Essa é a realidade com toda a Bíblia, que graças a descobertas de cidades, personagens e inscrições, mostra-se verdadeira para o ser humano.
O livro de Daniel, longe de ser uma fraude, é um relato fidedigno. Ao escavarmos profundamente as Escrituras e estudarmos a História, podemos perceber que a Bíblia é um documento histórico confiável.
Luiz Gustavo Assis é teólogo

Postagens relacionados:

  1. Mais do que apenas um livro Em sua segunda edição, a revista Biblioteca Entre Livros (Editora…
O médico tinha razão

Posted: 12 Sep 2011 04:00 AM PDT

Ele era uma “máquina de trabalhar”. Permanecia em sua empresa várias horas por dia. Como empresário ansioso e hiperativo, fazia algum tempo que estava cansado e estressado. À noite, demorava para dormir, e durante o dia era dominado por sua obsessão por trabalho.
Portanto, era natural que suas forças estivessem minguadas e seu ânimo, abatido.
Então, ele decidiu consultar o médico.
– Eu me sinto cansado e abatido – ele disse ao médico. – Não consigo administrar meu trabalho como antes. E isso me perturba. Preciso recuperar minhas energias e meu entusiasmo.
Após escutar com atenção o relato do paciente, o médico lhe disse sem hesitar:
– Você está abusando de sua saúde. Precisa reduzir suas horas de trabalho. Separe um dia para descansar!
– Não posso fazer isso, doutor; minha fábrica não pode parar.
– Talvez sua fábrica não possa parar, mas você deve parar um pouco, se deseja sentir-se bem outra vez.
– Mas quando? Em que dia? – o homem perguntou, intrigado.
– Um dia inteiro por semana – respondeu o médico. – Descanse no dia que Deus estabeleceu para o repouso semanal, e logo veremos os resultados…
Meio desconfiado, o homem fez o teste. E, para sua surpresa, em poucas semanas seu estresse diminuiu e ele recuperou o ânimo. O médico que ele havia consultado era um bom cristão e não havia feito mais do que receitar ao paciente um antigo preceito divino de trabalhar seis dias por semana e descansar no sétimo, ou seja, no sábado (Êxodo 20:8-11).
Bem-estar – O ciclo semanal de sete dias é um verdadeiro ordenador da vida. Ele nos move à ação do trabalho digno e proveitoso. Mas, por sua vez, nos reserva o sétimo dia da semana para o descanso físico, emocional e espiritual de que tanto necessitamos para combater nossas tensões e aliviar nossas cargas.
O ciclo semanal de sete dias é um ordenador da vida – Quem melhor do que nosso Criador para nos dizer como devemos viver? Se Ele estabeleceu um dia especial da semana para a recuperação de nossas forças é porque nesse dia existe uma importante fonte de bem-estar, paz e fortaleza para nossa vida.
Por isso, “abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera” (Gênesis 2:3). Em primeiro lugar, Deus “abençoou” o sétimo dia, o sábado, com uma bênção que não colocou sobre nenhum outro dia da semana; em seguida, o Criador “santificou” e tornou santo esse dia específico da semana; e, finalmente, o Senhor “descansou” naquele primeiro sábado, não porque estivesse cansado, mas para nos dar o exemplo.
Muitas pessoas se desgastam por causa de trabalho excessivo, preocupações e ambições. Os nervos estão à flor da pele, e até sua vida de relacionamento fica alterada. Qual é a necessidade básica dessas pessoas? Paz para seu coração atribulado, alegria para seu vazio interior e descanso para seu corpo fatigado. Esses três atributos – paz, alegria e descanso – são, em escala máxima, dons do Altíssimo.
Você sente que o estresse oprime sua mente, que o fardo da vida lhe causa agonia? Deus lhe diz: “Não temas, porque Eu sou contigo; não te assombres, porque Eu sou o teu Deus; Eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a Minha destra fiel” (Isaías 41:10). Junto com essa encorajadora promessa de amor, o Criador nos relembra: “Tenho um presente de bênçãos e felicidade para sua vida. É o sábado, o dia de repouso que separei para você. Aceite-o e desfrute dele.”
O médico cristão de nosso relato inicial tinha razão: o descanso no verdadeiro dia do Senhor é uma grande bênção. Alivia o cansaço físico, promove paz interior, contribui para o equilíbrio mental e favorece o bom relacionamento familiar. Você percebe que o sábado é um dos maiores benefícios que Deus concedeu para nosso bem-estar integral?
Enrique Chaij é teólogo e escritor

Postagens relacionados:

  1. Sábado: dia de contato com a razão da esperança verdadeira Na modernidade, o cristianismo estava ameaçado de extinção. Se o…
A obra humana torna-se eficaz com o Espírito Santo

Posted: 12 Sep 2011 04:00 AM PDT

Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que Lho pedirem? Luc. 11:13.

A promessa do dom do Espírito Santo não é compreendida como deveria ser; os privilégios a serem desfrutados mediante sua aceitação não são apreciados como poderiam ser. Deus quer que Sua igreja se apodere de Suas promessas pela fé, e solicite o poder do Espírito Santo para ajudá-los em todo o sentido. Ele nos assegura que está mais disposto a conceder o Espírito Santo aos que Lho pedirem, do que os pais a darem boas dádivas a seus filhos. Como é possível que cada pessoa tenha a unção celestial, “não tendes necessidade de que alguém vos ensine” (I João 2:27), e não há desculpa para esquivar-se a responsabilidades; nenhum dever deveria ser mal acolhido, nenhuma obrigação evitada. Cristo mesmo é o poder renovador, que opera em todo soldado e através dele, por meio da atuação do Espírito Santo. A eficiência do Espírito de Deus tornará eficazes os trabalhos de todos os que estiverem dispostos a submeter-se à Sua orientação.

Deus está impressionando toda mente suscetível de receber as impressões de Seu Espírito Santo. Ele está enviando mensageiros para que deem a advertência em cada localidade. Deus está provando o devotamento de Suas igrejas e sua disposição para prestarem obediência à orientação do Espírito. O conhecimento precisa ser aumentado. Os mensageiros do Céu devem ser vistos correndo de uma para outra parte, buscando por todos os meios possíveis advertir o povo dos juízos vindouros e apresentar as boas novas de salvação por nosso Senhor Jesus Cristo. A norma da justiça deve ser exaltada.

O Espírito de Deus está impressionando o coração dos homens, e os que se submetem à Sua influência tornar-se-ão luzes no mundo. Em toda parte são vistos saindo para comunicar a outros a luz que receberam, como sucedeu após a descida do Espírito Santo no dia de Pentecostes. Ao fazerem sua luz brilhar, recebem cada vez mais do poder do Espírito. A Terra é iluminada com a glória de Deus. Australasian Union Conference Record, 1º de abril de 1898.

Ellen G. White, escritora norte-americana

Postagens relacionados:

  1. Quem é o Espírito Santo? Recentemente completei, em uma igreja local, um seminário sobre reavivamento…
  2. Vivendo na plenitude do Espírito Antes de Sua ascensão, Jesus concedeu aos discípulos Sua grande…
  3. O Espírito dá as Palavras Certas Visto que não sois vós os que falais, mas o…
Esse post foi publicado em Não categorizado. Bookmark o link permanente.

Uma resposta para Novidades – Reavivamento e Reforma

  1. Pingback: Novidades – Reavivamento e Reforma | WWW … | iComentários

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s