Novidades – Reavivamento e Reforma

 

Novidades – Reavivamento e Reforma


Posso confiar nos escritos de Ellen G. White?

Posted: 31 Aug 2011 08:00 AM PDT

Ellen WhiteInfelizmente, não posso responder por você!

Em meados do século XIX uma jovem adventista, chamada Ellen, começou a afirmar que estava recebendo revelações da parte de Deus, através de sonhos e visões. Bom, isto muita gente já disse! Como saber se ela estava falando mesmo a verdade? Já que “o papel aceita tudo”, quem disse que ela realmente escreveu movida pelo Espírito Santo, e não apenas pelos seus próprios desejos? Este artigo pretende mostrar que se você leva a sério a vida eterna e se é Adventista do Sétimo Dia (ou mesmo se não é) estas perguntas não podem ficar sem respostas, a não ser com perigo para a salvação.

Na verdade, ninguém deveria aceitar automática e passivamente a qualquer um que se autoproclame profeta. Precisamos abrigar uma medida saudável de suspeita porque Jesus mesmo disse que um pouco antes de Sua vinda, surgiriam “falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos” Mat 24:24. Então, quem disse que Ellen G. White não é parte desta armação do engano? Acreditar que Ellen G. White possui autoridade profética apenas porque a Igreja assim prega ou porque aquele pastor a quem você admira assim acredita, não é algo honesto, e é uma atitude no mínimo irresponsável.

Talvez, por esta razão é que algumas pessoas resolvem assumir uma postura de eterna suspeita, e de cima do muro do ceticismo, simplesmente resolvem não ler nem avaliar qualquer nova manifestação que tenha a ver com sonhos e visões de origem sobrenatural enquanto não “sentirem” confiança. Para estes, preciso dizer que, deste modo, a confiança nunca virá! Além disso, o critério do “sentir” além de ser muito enganoso (Jr 17:9), não é bíblico.

Mas o que ela afirma a respeito da origem de seus escritos? “Nestas cartas que escrevo, nos testemunhos que dou, estou vos apresentando aquilo que o Senhor me tem apresentado. Não escrevo nenhum artigo, expressando meramente minhas próprias ideias. Eles são o que Deus me tem exposto em visão.”  Ellen G. White (I Mensagens Escolhidas, 29).

É uma declaração no mínimo pretenciosa, para não dizer audaciosa! “… Nenhum artigo expressando… minhas próprias ideias… Eles são o que Deus me tem exposto em visão.” Não existe nesta declaração da autora nenhuma margem para a tal autoridade “pastoral”. Ela está claramente reivindicando para si uma autoridade profética, e diante disto, cada um de nós é forçado a tomar uma posição. Ou ela está dizendo a verdade, e fala mesmo da parte de Deus, ou está blefando de forma vergonhosa! Neste caso, de onde então viria sua inspiração?

Se estiver mentindo (e não falou da parte de Deus), então sua inspiração vem de outro lado. Satanás é o pai da mentira. E, nesse caso, se você é adventista, continuaria membro de uma igreja que publicaria livros com esta origem?? É por esta razão que não creio ser possível para alguém ser um adventista honesto e ignorar este assunto. Ele demanda uma decisão!

A verdade é que pessoas honestas e prudentes nunca são mesmo as primeiras a aceitar qualquer nova manifestação do dom profético. Por essa razão, ao receber os primeiros sonhos e visões, Ellen G. White foi considerada com muita suspeita por parte da igreja daquela época, o que penso que foi algo positivo. Revela que a igreja não era composta por um grupo de inocentes e incautos, incapazes de suspeitar de qualquer possível engano.

No entanto, não é possível permanecer eternamente neste estágio de suspeita sem sério risco de perda espiritual. (É certo que o próprio conceito de “fé” já pressupõem que necessitamos crer, mesmo que nem sempre seja possível acabar com todas as dúvidas). Mas quem sempre rejeita a toda manifestação profética sobrenatural, tem como vantagem não cair por prêsa dos impostores. O problema é que, por fim, vai acabar desprezando também o Espírito Santo que é o originador de toda verdadeira revelação profética (II Pd 1:19-21). E é para evitar que alguém se torne completamente surdo à Sua voz, que Paulo adverte: “Não apagueis o Espírito. Não desprezeis profecias; julgai todas as coisas, retende o que é bom; abstende-vos de toda forma do mal” I Tessalonicenses 5:19-22.

Neste texto está subentendido que quando alguém, seja por ignorância, comodismo ou rebelião, despreza a verdadeira manifestação profética, corre sério risco de “apagar o Espírito”, e então perder a vida eterna. Mas como então descobrir qual manifestação é verdadeira e qual é falsa? Em seguida Paulo explica o que um cristão sincero deve fazer: “julgai [examinai] todas as coisas, retende o que é bom”, e rejeite completamente o mal.

Isto quer dizer que não podemos confiar na crença de outros (crença vicária). Cada um precisa examinar (“julgai”) todas as coisas e reter apenas o que é bom. Os bereanos foram considerados mais nobres porque, diante de uma nova luz, sempre nutriam uma suspeita saudável e examinavam tudo para chegar a uma conclusão (At 17:11).

E qual era o critério utilizado para examinar todas as coisas? O próprio exemplo dos bereanos nos mostra que comparavam toda nova luz com a luz anterior, ou seja, com as Escrituras. Se não houver concordância com a revelação anterior, então a subsequente é falsa (Is 8:20).

Então, quem abriga um contínuo espírito de suspeita, imaginando ser isso um indicativo de inteligência, mas nunca leu seriamente os escritos de Ellen G. White, comparando-os com a Bíblia, “para ver se as coisas são assim”, demonstra que sua dúvida não é sincera, nem nobre, nem honesta, mas afasta seu possuidor do estudo e da pesquisa.

Bem, e a resposta à pergunta do título? Infelizmente, não posso responder por você. E também não seria honesto de minha parte (e nem bíblico) sugerir uma crença antes do exame, ou seja, sem ler. O que fiz, há anos, foi começar a ler, com uma boa medida de suspeita, comparando os escritos de Ellen G. White com a Bíblia. Se tivesse encontrado qualquer coisa em desacordo com a Bíblia, eu rejeitaria tudo (e neste caso, para ser coerente, teria que me afastar também da igreja que publica seus livros). Continuo examinando diariamente seus escritos até hoje. Estabeleci um mínimo para ler todos os dias, sempre após a leitura da Bíblia (primeiro, sempre deve vir a Palavra de Deus – o referencial). O que posso dizer, é que, depois da Bíblia, estes escritos tem sido para mim uma grande fonte de orientação, de repreensão, e de consolo, aumentando minha fé e fortalecendo grandemente a caminhada de minha família com Deus. E cada dia minhas suspeitas diminuem… Continuo examinando…

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Marcos Faiock Bomfim, coordenador de Reavivamento e Reforma da Igreja Adventista em oito países da América do Sul

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A importância do Culto Famíliar

Posted: 30 Aug 2011 12:24 PM PDT

É o culto familiar que faz com que uma casa seja um lar cristão. Quando não há culto familiar em uma casa, pela manhã e à tarde (noite), a família não é uma família cristã! O culto familiar não é o mesmo que a comunhão individual e nem deve substituí-la, mas é uma renovação diária do pacto da família de servir a Deus acima de todas as outras coisas. É nesse momento, reverente mas alegre, que o Senhor é buscado e Seu Espírito derramado sobre a família, produzindo entre seus membros unidade e reavivamento espiritual. O culto familiar também é o principal instrumento de educação religiosa para os filhos, e sua influência é fundamental tanto para a salvação deles quanto para motivar a reforma dos hábitos e práticas de toda a casa.
Toda a atividade da família deve iniciar e encerrar-se com o culto familiar, colocando o Senhor como o primeiro e o último, o Alfa e o Ômega na vida da casa. Para estabelecer o culto familiar de forma regular e diária, a família precisa fazer alterações em sua rotina diária, o que acaba mudando também suas prioridades, e redirecionando seus propósitos. Alguma coisa terá que ficar fora do programa diário para que o culto familiar possa acontecer. Deve haver um horário negociado e estabelecido para os cultos, mas todos os membros da família devem ser convocados para os cultos, que devem ser bastante curtos e interessantes.
O programa básico do culto divide-se em três partes, e todo ele não precisa levar mais do que dez minutos:

  1. Hino
  2. Estudo da Bíblia (ou Meditações Diárias, lição da Escola Sabatina ou breve leitura de trecho do Espírito de Profecia).
  3. Oração (curta, ao ponto).

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Sábado: dia de contato com a razão da esperança verdadeira

Posted: 26 Aug 2011 08:02 AM PDT

Na modernidade, o cristianismo estava ameaçado de extinção. Se o homem era capaz de alcançar realização através do conhecimento, a religião se tornava dispensável. Aliás, como confiar naquilo que parecia um conjunto de fábulas pertencentes a uma era pré-científica? O racionalismo desbancou a fé. Entretanto, a modernidade falhou. O clima otimista inaugurado pela modernidade perdeu seu ímpeto depois das I e II guerras mundiais (1914-1918 e 1939-1945, respectivamente). A busca por um conhecimento integrado passou a ser vista com desconfiança. A própria credibilidade da ciência ficou abalada. Em contraponto à era Moderna, surgiu outra mentalidade, conhecida como Pós-Modernidade.
Em comum com a Modernidade, entende-se que vivemos em um mundo físico sem possibilidade de qualquer intervenção sobrenatural; mas, ao contrário da confiança irrestrita na Ciência, a mente pós-moderna assume a impossibilidade de conhecermos algo de forma absoluta, seja por meios científicos ou através de alguma outra atividade humana. O conhecimento é encarado como mera convenção, usada por estruturas dominantes da sociedade ou como uma ficção útil, na esfera da comunidade. Logo, a verdade é apenas a que sirva à comunidade, sem se levar em conta se ela é lógica, ou corresponde à realidade. Em outras palavras: a verdade não precisa ser verdadeira!
É claro que a Pós-Modernidade possui inúmeras contradições internas, sendo uma delas o nivelamento de todos os sistemas religiosos, como se fossem equivalentes. A História (que os pós-modernos rejeitam como forma de conhecimento objetiva) já provou que mentalidades diferentes produzem experiências humanas diferentes (isso, ninguém pode contestar). Muitas das conquistas do Ocidente se devem à mentalidade cristã, que, entre outras coisas, produziu profunda valorização do ser humano, como alguém feito à imagem e semelhança de Deus. No centro da perspectiva moral cristã, se acham os dez mandamentos.
No século XXI, o maior desafio para quem queira seguir os 10 mandamentos (Êxodo 20) é colocá-los na perspectiva que a própria Bíblia lhes dá – eles não são verdadeiros tanto quanto qualquer código moral que se ache em outras literaturas religiosas, como o Livro dos Vedas, o Corão ou os escritos do Dalai Lama. A Bíblia é um livro exclusivista. Deus é, em Pessoa, a Verdade (Êxodo 34:6; Jeremias 10:10). Jesus Se declarou como sendo “o caminho, a verdade e a vida” (João 14:6). E os Seus mandamentos também são a verdade (Salmo 119:142).
Ao pensarmos no sábado, o quarto mandamento da Lei de Deus (Ex 20:8-11), temos de encará-lo não como um dia de serviço religioso. Ele é mais do que isso. É o tempo real ordenado por um Deus que existe e Se comunica conosco dentro desse tempo.
O Pós-modernismo, com suas contradições e incertezas, falha em dar base para as esperanças humanas. Nesse ponto, se torna ainda mais necessária a obediência ao quarto mandamento, que estabelece um vínculo entre a realidade humana, temporal, com o Deus eterno, autor da Esperança (1ª Pedro 1:3). A cada sábado, estamos em contato com Deus de forma especial, usufruindo dAquele que é a Verdade – e a Verdade Verdadeira.
Douglas Reis é teólogo

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Mais do que apenas um livro

Posted: 26 Aug 2011 04:44 AM PDT

Em sua segunda edição, a revista Biblioteca Entre Livros (Editora Duetto) abordou a Bíblia de uma perspectiva literária, reconhecendo, no editorial, que “grandes escritores sempre beberam nas fontes bíblicas. Alguns buscaram uma referência de estilo, outros foram atrás de assunto: a Bíblia tem se revelado uma fonte inesgotável de temas a serem retrabalhados”. Tirando um e outro detalhe teológico, são textos bem escritos e que tratam as Sagradas Escrituras de maneira respeitosa.
Chamou-me a atenção, especialmente, o artigo do médico e escritor Moacyr Scliar. Intitulado “O fascinante universo bíblico”, o texto é uma verdadeira “viagem” pelas páginas sagradas, mencionando curiosidades da Bíblia e destacando a essência de alguns de seus livros.
Scliar inicia o texto fazendo o seguinte questionamento: “O que dizer de um livro que está traduzido em 2.167 idiomas e dialetos, que, no último século, teve edições totalizando mais de 2 bilhões de exemplares, está ao alcance de 85% da humanidade e é lido há cerca de 3 mil anos? Que tal coisa não existe, responderia um editor incrédulo (sobretudo um editor brasileiro, acostumado a pequenas tiragens). Mas existe, sim. Esse livro é a Bíblia, que merece, com justiça, o título de maior best-seller de todos os tempos.”
Scliar afirma, ainda, que “podemos ler a Bíblia de diversas maneiras. Em primeiro lugar, podemos ver nela um guia ético-espiritual, uma fonte de disposições e de ensinamentos de caráter fundamental religioso. Em segundo, podemos ler a Bíblia como um documento de caráter histórico, expressão de uma cultura milenar. E, finalmente, podemos ler a Bíblia como um conjunto de textos literários. De qualquer modo… é impressionante a disseminação desses textos. Como se explica que um livro que começou a ser escrito há quase três mil anos, ainda tenha tantos, e às vezes tão importantes leitores? Uma pergunta tanto mais significativa quando se considera que textos envelhecem… A Bíblia é uma exceção. Trata-se de um livro eminentemente legível, mesmo em tradução, e mesmo nos dias atuais, uma fonte de sabedoria e ensinamento até para pessoas não religiosas”.
De fato, esse aspecto da Bíblia é bastante intrigante, se partirmos de uma perspectiva puramente secular: Como pode um livro produzido por um povo quase sempre submetido a outras culturas (egípcia, babilônica, romana) e que não ficou conhecido por grandes realizações literárias e/ou científicas, legar ao mundo uma “biblioteca” capaz de mudar os rumos da História?
Scliar arremata: “Em suma, a Bíblia é um mundo, um universo. Cujos segredos continuamos a desvendar, para nossa iluminação, para nosso encantamento, ou para ambas as coisas.”
Mais do que uma coleção de livros – Portanto, se a Bíblia fosse apenas uma coleção de livros antigos escritos para embevecer os amantes da literatura, já compensaria ser lida. Mas ela é mais do que isso, e as inumeráveis vidas humanas que tocou e tem tocado são prova disso. Diferentemente de qualquer outro livro, a Bíblia não apenas acrescenta conhecimento aos que a leem. Ela tem poder transformador de vidas. Tanto é assim que há quem considere esse – além das profecias cumpridas e do testemunho da arqueologia ¬¬– o maior argumento em favor da singularidade da Palavra de Deus.
Pela leitura atenta das Escrituras assassinos se tornaram bondosos. Viciados alcançaram a liberdade. Maledicentes passaram a usar linguagem pura. Enfim, pessoas cuja vida era voltada para o mal deram uma guinada de 180 graus. Como isso é possível? Simples. O mesmo poder manifestado nas palavras “haja luz” (Gn 1:3) está entranhado nas palavras sagradas. Quando lê as páginas da Bíblia, a pessoa entra em contato com a mente divina que usou autores humanos para transmitir Suas mensagens de amor, esperança e advertência.
A Bíblia é muito mais do que apenas um livro. Mas é preciso ler para crer e ver.
Michelson Borges, jornalista e mestre em teologia
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A dois passos do paraíso

Posted: 25 Aug 2011 01:22 PM PDT

Um comercial ressuscitou o jingle A dois passos do paraíso (composição de Evandro Mesquita e Ricardo Barreto). A canção fez sucesso com a banda Blitz. Mas aqui não se tratará da banda, do comercial ou das características da música. De forma bem livre, quero pensar na frase que marca a música: a dois passos do paraíso.
A “dois passos” indica proximidade, fim da jornada, um motivo a mais para continuar andando sem ser tomado pelo desânimo. E proximidade de quê? Do próprio “paraíso”. O termo é, em si, lugar-comum. Nas férias, procuramos por lugares paradisíacos. Um local de trabalho tranquilo é um paraíso, tanto quanto uma vizinhança segura. O paraíso é perseguido pelos ideais utópicos (uma ironia: utopia quer dizer, literalmente, um lugar que não existe!).
Estar a dois passos do paraíso é algo desejável para aqueles que creem na Bíblia. Afinal, nas Escrituras o paraíso ganha contornos reais e sua concretude é assegurada não tanto pela Onipotência de Deus, como por Sua fidelidade. Certa vez, Jesus comentou a um escriba: “não estás longe do reino do céu” (Mc 12:34). O elogio dado ao religioso se deveu à sua compreensão similar a do próprio Jesus de que amar a Deus, acima de tudo, e ao próximo, como a si mesmo, era a essência da Lei.
Mas o escriba ainda não estava no Reino!
Existem dois passos, segundo o próprio Jesus, que devem ser dados a fim de assegurar nossa entrada no Reino. Não “a dois passos do Reino”, mas “dois passos para o Reino”. Ninguém precisa se confundir. O próprio Salvador não deixou uma série de enigmas inconclusos, ou pistas herméticas esperando investigadores peritos. Os passos são mais simples do que os de uma valsa.
Jesus afirmou: “Quem crer e for batizado será salvo”. Dois passos que não demandam habilidade incomum ou intelecto privilegiado. Não apenas magnatas do petróleo ou esportistas bem sucedidos podem fazer isso. Bill Gates e Eike Batista não estão à frente dos demais homens quanto ao caminho apontado por Jesus.
Primeiro: crer em Jesus. Aceitá-Lo de acordo com o modo como Ele Se apresenta em Sua Palavra. Reconhecer Sua soberania sobre nós. Depender de Sua direção e nos entregar aos Seus pés, admitindo nossa limitação – somos o pó que enfeia Suas sandálias. O pecado nos contaminou e apenas Ele possui a cura, por meio de Seu sacrifício vicário. Temos nEle um substituto perfeito.
segundo passo: assumir publicamente um compromisso com Ele. Passar pela experiência que a Bíblia aponta como capaz de nos unir simbolicamente a Jesus em Sua morte e ressurreição (Romanos 6:3 e 4). Estarmos ligados à família de Deus na Terra, ao corpo de Jesus e, a partir de então, nos unir na missão para resgatar outros e habilitá-los para o advento do Reino.
Qual desses dois passos o amigo leitor já deu? Por que esperar mais? São apenas dois passos para o Paraíso!
Douglas Reis é pastor e capelão em escola adventista
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Busca por reavivamento e reforma motiva grande campal no Pará

Posted: 25 Aug 2011 10:33 AM PDT

Santarém – reavivados para proclamar a esperança

Santarém, PA…[ASN] Cerca de 600 adventistas e amigos convidados participaram de um final de semana diferente e repleto de aprendizado e entretenimento. Com o tema “reavivados para proclamar a esperança”, os adventistas de Santarém, Pará, tiveram a oportunidade de escutar palestras de alto nível feitas pelo teólogo Heraldo Lopes e sua esposa Malu Lopes, terapeuta familiar. Ambos trabalham na Faculdade Adventista da Amazônia (FAAMA), em Benevides.
Entre os temas centrais estavam o reavivamento e a reforma do povo de Deus que aguarda a segunda vinda de Cristo. O louvor ficou por conta da cantora carioca Ana Beatriz.
Para o líder dos adventistas no oeste paraense, pastor Fernando Lima “esse encontro foi importante para o reavivamento e motivação da igreja na região, que deve saber das profecias bíblicas e se preparar para a volta de Jesus”, declara Fernando.
O evento chamado de Campal é um dos mais aguardados durante ano e acontece em varias regiões do Brasil. Para a jovem Karina Rabelo o encontro foi bom e produtivo. “Ter um final de semana como esse é bom para todos, pois além de fugir da rotina, nos proporciona um final de semana mais próximo de Deus, além de desfrutar da bela paisagem do local”.
E foi o local do encontro que chamou também a atenção dos presentes, pois banhado pelo imenso rio Tapajós, a sede de acampamentos da igreja é recheada de belezas naturais.
E foi nesse belo rio que 10 pessoas decidiram mudar seu estilo de vida e entraram para a família adventista através de uma cerimônia de batismo.
Durante todo o mês de agosto e setembro diversas cidades do oeste paraense realizarão esse tipo de evento, a maior delas será no Instituto Adventista Transamazônico, o IATAI que recebe todos os anos uma das maiores campais da região norte do país. Esse ano o colégio interno receberá o pastor Erton Kohler, líder dos adventistas na América do sul.[Equipe ASN, Marcos Daniel]
Fonte: ASN Notícias.
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Deste lado da tela

Posted: 25 Aug 2011 05:25 AM PDT

Crédito: http://www.abril.com.br/tv-digital-eletronicos/
Eu adorava novelas. Não me entenda mal e leia algumas linhas mais antes de me julgar. Sempre achei fascinantes os cenários, roupas e, principalmente, as histórias. Queria mesmo é ser escritora de novelas e lá pelos 12 anos até ensaiei um texto. O problema é que novelas eram proibidas na minha casa. Talvez daí meu fascínio pelas obras. Minha mãe, uma sincera e simples adventista me dizia com veemência que essas produções eram “coisa do Diabo”. Sem poder assisti-las perto dos meus pais, dava umas escapulidas para a casa dos vizinhos ou tias noveleiras.

O fato é que minha mãe descobriu – como sempre fazem as mães – e se tornou cada vez mais difícil manter o hábito. Depois de ir para o internato aos 18 anos, não foi possível seguir naquela fuga do real que as novelas me proporcionavam e sem o torpor do irreal era possível analisar melhor o encanto dos folhetins sobre mulheres e homens. Elas mais que eles, sempre. Não achava tão satânico assim os enredos e demorei a entender que acompanhar essas produções baixam, aos poucos, nossa guarda. De tanto ver, o que antes causava fúria passa para estranheza, tolerância, aceitação e logo, logo chega à convicção de que é mesmo algo aceitável. E olha que nem estou falando de assuntos complexos e polêmicos como homossexualidade, tão na moda.
Ao ouvir uma tia brigar com o marido e depois desabafar: “Por que eu fui me casar logo, podia ter esperado arrumar meu Giannechini, né?”, passei a me preocupar mais com o efeito a médio e longo prazo desse negócio lucrativo e exportado do Brasil para o mundo. Ok, guarde a crítica novamente. Acompanho quase todos os temas e personagens abordados pelas novelas, como qualquer pessoa que lê revistas semanais sérias, já que o assunto está sempre lá ocupando duas ou mais páginas, prova de sua força. Uma notícia me saltou aos olhos outro dia ao saber que em cerca de 20 capítulos, uma personagem trairia seu marido nove vezes e sempre com garotões. Uau, que façanha! A matéria justificava o comportamento da matrona por conta da grosseria do marido, rico, aliás.
Quando nos pegamos torcendo pelo que é errado, achando justificativas “válidas” para isso e admiramos o vilão por ser bem mais interessante, é de se pensar no alto poder de corrosão desses roteiros. Quando seu marido (ou esposa) chega a perder a graça diante do padrão romântico criado pelas novelas, aí sim “é coisa do Diabo”, como diria minha mãe. E não tem como fugir do óbvio. O óbvio é que os cônjuges reais – que trabalham, roncam, têm chulé, mau humor de vez em quando e nem sempre trazem rosas e bombons após o expediente – não são páreos para os galãs folhetinescos que estão sempre com a frase perfeita, a melhor das intenções e uma trilha sonora de fazer suspirar. Oras, é injusto!
Vida Real – A vida real tem trânsito, chefe chato, amigos desleais, mas também tem beijos apaixonados, carinhos sinceros, declarações derretidas, sorrisos incontidos e uma série de pequenos e louváveis sentimentos que, durante a rotina parecem nem existir se forem comparados às histórias das novelas. Ao escutar amigas e parentes reclamarem da própria vida – que só sentem prazer ao se estatelarem em frente a televisão por mais de três horas diárias em suspiros irreais, fascinadas por tramas com elementos previsíveis e de complexidade nivelada para crianças de 12 anos – penso se é possível ter prazer na vida, na família e mesmo na Palavra de Deus com tamanha excitação dos sentidos proporcionada pela telinha.
Eu não assisto novelas. Não porque não ache atraentes seus enredos. Não assisto novelas e acho que nenhum cristão sincero deveria vê-las porque é transformar a vida num palco menor. É trair meus princípios pouco a pouco e ser injusta com os mais sinceros esforços românticos do meu marido. Não assisto novela porque acredito na minha mãezinha: isso é coisa do diabo!
Fabiana Bertotti é jornalista
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Terra seca, chuva torrencial

Posted: 25 Aug 2011 04:42 AM PDT

Surpreendentemente, a humanidade virou o último milênio mais do que nunca seduzida pelo sagrado. A busca por algo espiritual, ainda que marcada muitas vezes pela lógica consumista, é uma prova disso. O homem está com muita sede. Porém, ironicamente, muitas pessoas não procuram saciar essa necessidade na agência distribuidora de “água viva”: a igreja. Por quê? Há um problema interno.
Os reservatórios de água da igreja estão com o nível baixo, é tempo de estiagem. Logo, por falta de água, a Terra está seca!
Essa metáfora está longe de ser perfeita, mas é uma tentativa de explicar a condição da igreja e da humanidade em geral, em contraste com uma promessa maravilhosa de Deus. Os autores da Bíblia usaram o cotidiano rural para ilustrar verdades espirituais. Para falar sobre a atuação capacitadora da terceira pessoa da Divindade, o Espírito Santo, ao longo da história do cristianismo, os profetas bíblicos se valeram da imagem de dois tipos de chuva (Deuteronômio 11:14). A primeira, chamada de temporã, era fundamental para a época da semeadura. Era ela que garantia a germinação da semente. A segunda, conhecida como serôdia, caía no período da colheita, amadurecendo o grão e completando o trabalho da chuva anterior. Vale lembrar que a segunda era mais forte do que a primeira.
Como isso se aplica à história da Igreja Cristã? Nos seus primórdios, os apóstolos receberam poder divino especial para dar a arrancada evangelística do cristianismo, lançar a semente do evangelho. A escritora norte-americana Ellen G. White, pioneira da Igreja Adventista, afirma que o poder do Espírito Santo fez mais por meio dos seguidores de Jesus do que eles mesmos poderiam ter feito em toda sua existência (Atos dos Apóstolos, p. 38). White se refere às manifestações sobrenaturais ocorridas na festa judaica do Pentecostes, celebrada dez dias após a ascensão de Jesus ao Céu. Aqueles apóstolos, homens simples, passaram a falar em idiomas que nunca haviam estudado, a fim de testemunharem do Cristo para os peregrinos que estavam em Jerusalém.
Crescimento – Esse poder sobrenatural – caracterizado por curas, exorcismo, ressurreições, pregação convincente, dons proféticos e de línguas, mas principalmente por conversões – acompanhou os cristãos nas décadas posteriores. A ponto de, em apenas 70 anos, o cristianismo ser transformado de uma pequena seita judaica numa religião contracultural com mais de um milhão de adeptos, que incomodou o império pagão.
Esse extraordinário início da Igreja Cristã promete ser repetido em escala bem maior em nossos dias (Joel 2:28,29). Na época dos apóstolos, caiu a chuva temporã, mas antes da volta de Jesus, a igreja receberá e o mundo testemunhará o poder da chuva serôdia. A primeira foi enviada para a semeadura; a segunda precederá a grande colheita (O Grande Conflito, p. 611). Para que a geração atual de adventistas seja portadora do último convite de salvação oferecido por Deus ao homem, é preciso que o exemplo de submissão dos primeiros cristãos seja seguido. Não há nada que Satanás tanto tema, que Deus tanto deseje, que a humanidade tanto precise e pelo qual tanto a igreja deva clamar.
Wendel Lima é teólogo e jornalista
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Pressa… inimiga da salvação!

Posted: 25 Aug 2011 04:11 AM PDT

Lembro que poucos dias atrás, com “centenas” de coisas para resolver em um único dia, acordei e fui tentada a não ter meus momentos pessoais com Deus. Minha cabeça foi inundada por um turbilhão de coisas que tinha que fazer e o tempo parecia me empurrar para fora de casa. Consegui vencer a tentação e busquei a Deus antes de qualquer outra coisa. Sabe quem me convenceu de que deveria, sim, manter minha rotina matinal com Deus? Meus filhos!
Alguns meses atrás, no domingo à noite, Dia das Mães, houve um programa especial realizado em nossa igreja. Um amigo havia feito contato com minha menina convidando-a para ajudar em alguma parte da programação. Ela falou comigo rapidamente sobre o assunto e logo percebi que se tratava de algo que eu não deveria saber com antecedência – seria uma surpresa. O dia chegou. Em um determinado momento do programa, tive a alegria de ver minha filha entrar no palco, pegar o microfone e apresentar um texto que ela mesma havia preparado para mim. Ela mencionou muitas coisas que me emocionaram, mas o que mais me tocou foi: “vejo você fazer seu culto de manhã, e seu exemplo fala muito alto para mim”! Preciso explicar mais alguma coisa?
Além do privilégio de desfrutar de alguns momentos de sublime paz ao lado do meu Deus, tenho ainda a imperdível oportunidade de mostrar para os meus filhos que buscar a Deus, na primeira hora de cada manhã, faz toda a diferença em nossa vida. Sempre ouvi falar e já li muito a respeito da influência do exemplo na vida de nossas crianças e adolescentes, mas ouvir, dos lábios da minha filha, em uma declaração pública do quanto esse exemplo tem influenciado a vida dela, foi mais forte do que eu poderia imaginar!
Há pouco tempo foi a vez do meu filho, de oito anos, também demonstrar a força do exemplo! Sem que eu e meu marido pedíssemos, sem que falássemos nada, sem que orientássemos, ele simplesmente levantou em uma determinada manhã, foi até a sala, pegou a Bíblia dele, leu uma história, fez uma oração e só então foi fazer suas demais atividades. Eu e meu marido ficamos olhando um para o outro, pensando no quão alto estavam falando aos olhos e ouvidos daquela criança, nosso exemplo matinal. Ele segue essa rotina desde então.
Não estou citando estas histórias para passar a impressão de que tenho filhos perfeitos, que fazem seu culto matinal, que nós pais somos modelos perfeitos, não é nada disso, temos muito mesmo no que crescer e melhorar. O fato é que eles, assim como nós, precisamos da direção de Deus se quisermos sair vitoriosos em um mundo que se deteriora mais a cada dia. O fato é que nós, como pais, se quisermos ter filhos salvos para a eternidade precisamos, sim, ser modelos para eles em tudo. Não adianta falar, falar e falar sobre cristianismo para eles, hoje precisamos “ser” cristãos ao lado deles.
A rotina, a pressa, as inúmeras responsabilidades, o trânsito, as cargas duplas e às vezes até triplas de trabalho, têm tirado nossa energia e têm feito com que Deus e nossos filhos fiquem em um plano de importância muito inferior. É preciso colocar nossa vida espiritual e a vida espiritual de nossos filhos como prioridade. Nem que para isso tenhamos que abrir mão de ganhos materiais, pois Deus é claro em Suas maravilhosas promessas: “Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” Mateus 6:33
E eu ainda vou mais longe. Além da comunhão pessoal diária, é preciso erguer o altar da família. Necessitamos da bênção e da direção de Deus como família, antes de nos envolvermos com as atividades de um dia, e ao final de todos os nossos afazeres. Isso não só nos aproxima do Pai Celeste, como também nos une como pais e filhos. No livro Orientação à Criança, pág. 519, lemos, “pais e mães, por mais urgentes que sejam vossos afazeres, não deixeis de reunir vossa família em torno do altar de Deus. …Em cada família deve haver um tempo determinado para os cultos matutino e vespertino”.
A importância dessa rotina é reforçada no livro Educação, páginas 250 e 251, onde fica claro o sonho de Deus para os nossos lares: “Era o plano de Deus que os membros da família se associassem no trabalho e estudo, no culto e recreação, o pai como sacerdote de sua casa, e ele e a mãe, como professores e companheiros de seus filhos”.
Tudo se resume na palavra “prioridades”. O que você deseja particularmente para a sua vida e para a vida de seus filhos? Onde estão as suas prioridades? Se estão ao lado de Deus, você encontrará tempo para buscá-Lo e para levar sua família aos pés dEle. Garanto a você que seu esforço não será em vão! E se a pressa é inimiga da salvação, a comunhão é amiga!
Márcia Ebinger é jornalista
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O Espírito dá as Palavras Certas

Posted: 25 Aug 2011 04:00 AM PDT

Visto que não sois vós os que falais, mas o Espírito de vosso Pai é quem fala em vós. Mat. 10:20.

De todos os dons que Deus tem dado aos homens, nenhum é mais precioso do que o dom da fala, se for santificado pelo Espírito Santo. É com a língua que convencemos e persuadimos; com ela oferecemos orações e louvor a Deus, e transmitimos valiosos pensamentos sobre o amor do Redentor. Os que são aptos a esclarecer outras mentes terão muitas vezes a oportunidade de ler da Bíblia ou de livros que ensinam a verdade, apresentando assim evidências para iluminar as pessoas. …

Quando a voz do Senhor pergunta: “A quem enviarei, e quem há de ir por nós?”, o divino Espírito põe no coração a resposta: “Eis-me aqui, envia-me a mim.” Isa. 6:8. Mas tende em mente que a brasa viva do altar precisa primeiro tocar vossos lábios. Então as palavras que falardes serão palavras sábias e santas. Tereis sabedoria para saber o que dizer e o que deixar de dizer. Não tentareis revelar vossa habilidade como teólogos. Tereis cuidado de não levantar um espírito combativo ou excitar preconceitos, de introduzir pontos controvertidos de doutrina. Encontrareis bastante sobre o que falar, que não excitará oposição, mas abrirá o coração para desejar um conhecimento mais profundo da Palavra de Deus.

O Senhor deseja que sejais ganhadores de almas; por isso, conquanto não devais impor ao povo pontos doutrinários, “estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós”. I Ped. 3:15. Por que temor? – Temor de que vossas palavras cheirem a presunção, de que sejam faladas palavras imprudentes, de que vossas palavras e maneiras não sejam segundo a semelhança de Cristo. Ligai-vos firmemente a Cristo e apresentai a verdade como se acha nEle. Os corações não podem deixar de ser tocados pela história da expiação.

Quando aprenderdes a mansidão e humildade de Cristo, sabereis que dizer ao povo, porque o Espírito Santo vos dirá que palavras falar. Os que reconhecem a necessidade de conservar o coração sob o domínio do Espírito Santo, serão habilitados a semear semente que germine para a vida eterna. Esta é a obra do evangelista. Australasian Union Conference Record, 1º de julho de 1902.

Ellen White é escritora norte-americana

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