Ano Bíblico do dia 11/06/2011.

– Ano Bíblico (Português).:

Livro de Jó

Capítulo 29

1 – E prosseguindo Jó no seu discurso, disse:
2 – Ah! quem me dera ser como eu fui nos meses do passado, como nos dias em que Deus me guardava;
3 – quando a sua lâmpada luzia sobre o minha cabeça, e eu com a sua luz caminhava através das trevas;
4 – como era nos dias do meu vigor, quando o íntimo favor de Deus estava sobre a minha tenda;
5 – quando o Todo-Poderoso ainda estava comigo, e os meus filhos em redor de mim;
6 – quando os meus passos eram banhados em leite, e a rocha me deitava ribeiros de azeite!
7 – Quando eu saía para a porta da cidade, e na praça preparava a minha cadeira,
8 – os moços me viam e se escondiam, e os idosos se levantavam e se punham em pé;
9 – os príncipes continham as suas palavras, e punham a mão sobre a sua boca;
10 – a voz dos nobres emudecia, e a língua se lhes pegava ao paladar.
11 – Pois, ouvindo-me algum ouvido, me tinha por bem-aventurado; e vendo-me algum olho, dava testemunho de mim;
12 – porque eu livrava o miserável que clamava, e o órfão que não tinha quem o socorresse.
13 – A bênção do que estava a perecer vinha sobre mim, e eu fazia rejubilar-se o coração da viúva.
14 – vestia-me da retidão, e ela se vestia de mim; como manto e diadema era a minha justiça.
15 – Fazia-me olhos para o cego, e pés para o coxo;
16 – dos necessitados era pai, e a causa do que me era desconhecido examinava com diligência.
17 – E quebrava os caninos do perverso, e arrancava-lhe a presa dentre os dentes.
18 – Então dizia eu: No meu ninho expirarei, e multiplicarei os meus dias como a areia;
19 – as minhas raízes se estendem até as águas, e o orvalho fica a noite toda sobre os meus ramos;
20 – a minha honra se renova em mim, e o meu arco se revigora na minha mão.
21 – A mim me ouviam e esperavam, e em silêncio atendiam ao meu conselho.
22 – Depois de eu falar, nada replicavam, e minha palavra destilava sobre eles;
23 – esperavam-me como à chuva; e abriam a sua boca como à chuva tardia.
24 – Eu lhes sorria quando não tinham confiança; e não desprezavam a luz do meu rosto;
25 – eu lhes escolhia o caminho, assentava-me como chefe, e habitava como rei entre as suas tropas, como aquele que consola os aflitos.

Capítulo 30

1 – Mas agora zombam de mim os de menos idade do que eu, cujos pais teria eu desdenhado de pôr com os cães do meu rebanho.
2 – Pois de que me serviria a força das suas mãos, homens nos quais já pereceu o vigor?
3 – De míngua e fome emagrecem; andam roendo pelo deserto, lugar de ruínas e desolação.
4 – Apanham malvas junto aos arbustos, e o seu mantimento são as raízes dos zimbros.
5 – São expulsos do meio dos homens, que gritam atrás deles, como atrás de um ladrão.
6 – Têm que habitar nos desfiladeiros sombrios, nas cavernas da terra e dos penhascos.
7 – Bramam entre os arbustos, ajuntam-se debaixo das urtigas.
8 – São filhos de insensatos, filhos de gente sem nome; da terra foram enxotados.
9 – Mas agora vim a ser a sua canção, e lhes sirvo de provérbio.
10 – Eles me abominam, afastam-se de mim, e no meu rosto não se privam de cuspir.
11 – Porquanto Deus desatou a minha corda e me humilhou, eles sacudiram de si o freio perante o meu rosto.
12 – À direita levanta-se gente vil; empurram os meus pés, e contra mim erigem os seus caminhos de destruição.
13 – Estragam a minha vereda, promovem a minha calamidade; não há quem os detenha.
14 – Vêm como por uma grande brecha, por entre as ruínas se precipitam.
15 – Sobrevieram-me pavores; é perseguida a minha honra como pelo vento; e como nuvem passou a minha felicidade.
16 – E agora dentro de mim se derrama a minha alma; os dias da aflição se apoderaram de mim.
17 – De noite me são traspassados os ossos, e o mal que me corrói não descansa.
18 – Pela violência do mal está desfigurada a minha veste; como a gola da minha túnica, me aperta.
19 – Ele me lançou na lama, e fiquei semelhante ao pó e à cinza.
20 – Clamo a ti, e não me respondes; ponho-me em pé, e não atentas para mim.
21 – Tornas-te cruel para comigo; com a força da tua mão me persegues.
22 – Levantas-me sobre o vento, fazes-me cavalgar sobre ele, e dissolves-me na tempestade.
23 – Pois eu sei que me levarás à morte, e à casa do ajuntamento destinada a todos os viventes.
24 – Contudo não estende a mão quem está a cair? ou não clama por socorro na sua calamidade?
25 – Não chorava eu sobre aquele que estava aflito? ou não se angustiava a minha alma pelo necessitado?
26 – Todavia aguardando eu o bem, eis que me veio o mal, e esperando eu a luz, veio a escuridão.
27 – As minhas entranhas fervem e não descansam; os dias da aflição me surpreenderam.
28 – Denegrido ando, mas não do sol; levanto-me na congregação, e clamo por socorro.
29 – Tornei-me irmão dos chacais, e companheiro dos avestruzes.
30 – A minha pele enegrece e se me cai, e os meus ossos estão queimados do calor.
31 – Pelo que se tornou em pranto a minha harpa, e a minha flauta em voz dos que choram.

Capítulo 31

1 – Fiz pacto com os meus olhos; como, pois, os fixaria numa virgem?
2 – Pois que porção teria eu de Deus lá de cima, e que herança do Todo-Poderoso lá do alto?
3 – Não é a destruição para o perverso, e o desastre para os obradores da iniqüidade?
4 – Não vê ele os meus caminhos, e não conta todos os meus passos?
5 – Se eu tenho andado com falsidade, e se o meu pé se tem apressado após o engano
6 – (pese-me Deus em balanças fiéis, e conheça a minha integridade);
7 – se os meus passos se têm desviado do caminho, e se o meu coração tem seguido os meus olhos, e se qualquer mancha se tem pegado às minhas mãos;
8 – então semeie eu e outro coma, e seja arrancado o produto do meu campo.
9 – Se o meu coração se deixou seduzir por causa duma mulher, ou se eu tenho armado traição à porta do meu próximo,
10 – então moa minha mulher para outro, e outros se encurvem sobre ela.
11 – Pois isso seria um crime infame; sim, isso seria uma iniqüidade para ser punida pelos juízes;
12 – porque seria fogo que consome até Abadom, e desarraigaria toda a minha renda.
13 – Se desprezei o direito do meu servo ou da minha serva, quando eles pleitearam comigo,
14 – então que faria eu quando Deus se levantasse? E quando ele me viesse inquirir, que lhe responderia?
15 – Aquele que me formou no ventre não o fez também a meu servo? E não foi um que nos plasmou na madre?
16 – Se tenho negado aos pobres o que desejavam, ou feito desfalecer os olhos da viúva,
17 – ou se tenho comido sozinho o meu bocado, e não tem comido dele o órfão também
18 – (pois desde a minha mocidade o órfão cresceu comigo como com seu pai, e a viúva, tenho-a guiado desde o ventre de minha mãe);
19 – se tenho visto alguém perecer por falta de roupa, ou o necessitado não ter com que se cobrir;
20 – se os seus lombos não me abençoaram, se ele não se aquentava com os velos dos meus cordeiros;
21 – se levantei a minha mão contra o órfão, porque na porta via a minha ajuda;
22 – então caia do ombro a minha espádua, e separe-se o meu braço da sua juntura.
23 – Pois a calamidade vinda de Deus seria para mim um horror, e eu não poderia suportar a sua majestade.
24 – Se do ouro fiz a minha esperança, ou disse ao ouro fino: Tu és a minha confiança;
25 – se me regozijei por ser grande a minha riqueza, e por ter a minha mão alcança o muito;
26 – se olhei para o sol, quando resplandecia, ou para a lua, quando ela caminhava em esplendor,
27 – e o meu coração se deixou enganar em oculto, e a minha boca beijou a minha mão;
28 – isso também seria uma iniqüidade para ser punida pelos juízes; pois assim teria negado a Deus que está lá em cima.
29 – Se me regozijei com a ruína do que me tem ódio, e se exultei quando o mal lhe sobreveio
30 – (mas eu não deixei pecar a minha boca, pedindo com imprecação a sua morte);
31 – se as pessoas da minha tenda não disseram: Quem há que não se tenha saciado com carne provida por ele?
32 – O estrangeiro não passava a noite na rua; mas eu abria as minhas portas ao viandante;
33 – se, como Adão, encobri as minhas transgressões, ocultando a minha iniqüidade no meu seio,
34 – porque tinha medo da grande multidão, e o desprezo das famílias me aterrorizava, de modo que me calei, e não saí da porta…
35 – Ah! quem me dera um que me ouvisse! Eis a minha defesa, que me responda o Todo-Poderoso! Oxalá tivesse eu a acusação escrita pelo meu adversário!
36 – Por certo eu a levaria sobre o ombro, sobre mim a ataria como coroa.
37 – Eu lhe daria conta dos meus passos; como príncipe me chegaria a ele
38 – Se a minha terra clamar contra mim, e se os seus sulcos juntamente chorarem;
39 – se comi os seus frutos sem dinheiro, ou se fiz que morressem os seus donos;
40 – por trigo me produza cardos, e por cevada joio. Acabaram-se as palavras de Jó.

– Pergunta sobre o Ano Bíblico.:

A qual personagem bíblico Jó se compara ao falar de possíveis pecados ocultos?
Resposta: a Adão (Jó 31:33)

– Curiosidades Bíblicas.:

Quem foi o 1º homem, citado na Bíblia, que se enforcou?
Resposta: Aitofel. II Samuel 17:23.

Fonte: http://www.ellenwhitebooks.com/biblia.asp?lista=1&livro=10&capitulo=17

– Versos Bíblicos.:

Volta-te, Senhor, livra a minha alma; salva-me por tua misericórdia. Salmos 6:4

Fonte: http://www.ellenwhitebooks.com/biblia.asp?lista=1&livro=19&capitulo=6&verso=4

– Ano Bíblico (Espanhol).:

Libro de Jó

Capítulo 29

1 – Job Continuó su discurso y dijo:
2 – –¡Quién me concediese ser como en los meses pasados, como en los Días cuando Dios me guardaba!
3 – Entonces él Hacía resplandecer su Lámpara sobre mi cabeza, y a su luz yo caminaba en la oscuridad.
4 – Así fue en los Días de mi vigor, cuando la amistad íntima de Dios estaba sobre mi morada;
5 – cuando el Todopoderoso Aún estaba conmigo, y mis hijos estaban alrededor de Mí;
6 – cuando mis pasos se bañaban en leche, y la roca me Vertía corrientes de aceite.
7 – Entonces yo iba al tribunal de la ciudad, y alistaba mi asiento en la plaza.
8 – Los Jóvenes me Veían y se Hacían a un lado; los ancianos se levantaban y Permanecían de pie.
9 – Los magistrados Detenían sus palabras, y Ponían la mano sobre sus bocas.
10 – La voz de los nobles se apagaba, y su lengua se pegaba a su paladar.
11 – Cuando los Oídos me Oían, me llamaban: “¡Dichoso!” Cuando los ojos me Veían, daban testimonio en mi favor.
12 – Porque yo libraba al pobre que clamaba, y al huérfano que no Tenía quien le ayudara.
13 – La Bendición del moribundo Caía sobre Mí, y yo daba Alegría al Corazón de la viuda.
14 – Yo me Vestía de rectitud, y ella me Vestía a Mí; como manto y turbante era mi justicia.
15 – Yo era ojos para el ciego; y pies para el cojo.
16 – Era un padre para los necesitados, e investigaba la causa que no Conocía.
17 – Yo Rompía las quijadas del inicuo, y de sus dientes arrancaba la presa.
18 – Yo me Decía: “En mi nido expiraré, y multiplicaré mis Días como la arena.”
19 – Mi Raíz alcanzaba hasta las aguas, y de noche el Rocío se posaba en mis ramas.
20 – Mi honra se Mantenía nueva en Mí, y mi arco se renovaba en mi mano.
21 – Ellos me escuchaban y esperaban; ante mi consejo guardaban silencio.
22 – Después de mi palabra no Volvían a hablar, y mi discurso destilaba sobre ellos.
23 – Me esperaban como a la lluvia, y Abrían su boca como a la lluvia Tardía.
24 – Cuando me Reía con ellos, ¡no lo Creían! No dejaban decaer la luz de mi rostro.
25 – Yo Escogía el camino para ellos, y me sentaba como su jefe. Yo Vivía como un rey que Está en medio de sus tropas, como el que consuela a los que Están de duelo.

Capítulo 30

1 – Pero ahora se Ríen de Mí los que son en edad Más Jóvenes que yo, aquellos a cuyos padres yo Habría desdeñado poner junto con los perros de mi rebaño.
2 – ¿Para qué Habría necesitado yo la fuerza de sus manos, si su vigor se Había ido de ellos?
3 – Por la miseria y el hambre Están anémicos; roen la tierra reseca, la tierra arruinada y desolada.
4 – Recogen malvas entre los arbustos y la Raíz de la retama para calentarse.
5 – Están expulsados de la comunidad, y gritan contra ellos como a ladrones.
6 – Habitan en los barrancos de los arroyos, en los huecos de la tierra y de las peñas.
7 – Chillan entre los arbustos y se apiñan debajo de los espinos.
8 – ¡Insensatos! ¡También gente sin nombre, echados a golpes de la tierra!
9 – Pero ahora he llegado a ser su Canción; soy el tema de su Habladuría.
10 – Me abominan y se alejan de Mí; no se refrenan de escupir mi cara.
11 – Porque Dios ha aflojado la cuerda de mi arco y me ha afligido, ellos se han desenfrenado en mi presencia.
12 – A la derecha se levanta la chusma; empujan mis pies y preparan contra Mí sus destructivos caminos.
13 – Arruinan mi senda; se aprovechan de mi Destrucción. No hay quien los detenga.
14 – Entran como por amplia brecha, y dan vueltas en medio de la Devastación.
15 – Los terrores se han vuelto contra Mí; mi honor es perseguido como por el viento, y ha pasado como la nube mi prosperidad.
16 – Ahora mi alma se derrama en Mí; los Días de la Aflicción se han apoderado de Mí.
17 – La noche me taladra los huesos, y los que me corroen no reposan.
18 – Con gran fuerza es desfigurada mi vestidura; me aprieta como el cuello de mi Túnica.
19 – Tú me has arrojado en el lodo, y he llegado a ser como el polvo y la ceniza.
20 – Clamo a ti, y Tú no me respondes; me presento, y Tú no me atiendes.
21 – Te has vuelto cruel para conmigo; con el poder de tu mano me persigues.
22 – Me levantas, me haces cabalgar sobre el viento, y luego me deshaces en la tormenta.
23 – Porque sé que me conduces a la muerte, a la casa destinada para todos los vivientes.
24 – Sin embargo, ¿no Extenderá su mano el que Está en la ruina? ¿No Clamará a él en su infortunio?
25 – ¿No he llorado por aquel cuya vida es Difícil? ¿No ha tenido mi alma Compasión por el necesitado?
26 – Cuando esperaba el bien, me vino el mal; cuando aguardaba la luz, vino la oscuridad.
27 – Mis entrañas hierven y no tienen sosiego; los Días de mi Aflicción me han alcanzado.
28 – Ando enlutado y sin consuelo; me levanto en la asamblea y clamo.
29 – He llegado a ser hermano de los chacales y compañero de las avestruces.
30 – Mi piel ennegrecida se me cae, y mis huesos arden de calor.
31 – Mi arpa ha llegado a ser para el duelo, y mi flauta para la voz de los que lloran.

Capítulo 31

1 – He hecho un pacto con mis ojos; ¿Cómo, pues, hubiera podido fijar la mirada en una virgen?
2 – ¿Cuál Sería entonces la Porción que Dios me Daría desde arriba, la heredad que da el Todopoderoso desde lo alto?
3 – ¿Acaso no Habrá desgracia para el maligno e infortunio para los que obran iniquidad?
4 – ¿Acaso no ve él mis caminos y cuenta todos mis pasos?
5 – Si he andado con la vanidad y mi pie se ha apresurado al engaño,
6 – entonces que Dios me pese en la balanza de justicia, y conozca Así mi integridad.
7 – Si mi paso se Apartó del camino y mi Corazón se fue en pos de mis ojos, o si alguna mancha se Pegó a mis manos,
8 – entonces que otro coma lo que yo siembre, y sea desarraigado lo que plante.
9 – Si mi Corazón ha sido seducido con respecto a una mujer, y si he acechado a la puerta de mi Prójimo,
10 – entonces que muela para otro mi mujer, y sean otros los que se inclinen sobre ella.
11 – Porque aquello Sería una infamia y un delito digno de castigo.
12 – Sería un fuego que devorase hasta la completa Destrucción, y Desarraigaría toda mi Producción.
13 – Si he menospreciado el derecho de mi siervo o de mi sierva, cuando tuvieron litigio conmigo,
14 – ¿qué haré cuando Dios se levante? ¿Qué le responderé cuando me pida cuentas?
15 – El que me hizo a Mí en el vientre, ¿no lo hizo también a él? ¿No nos Formó uno mismo en la matriz?
16 – Si he estorbado los anhelos de los pobres y he hecho desfallecer los ojos de la viuda,
17 – si he comido mi bocado yo solo y no ha comido de él también el huérfano
18 – (aunque desde mi juventud yo lo crié como un padre y desde mi nacimiento la guié),
19 – si he visto a alguien perecer por falta de vestido o que el necesitado carezca de abrigo,
20 – si no me bendijeron sus lomos ni se Abrigó con el Vellón de mis ovejas,
21 – si he alzado mi mano contra el huérfano cuando me vi apoyado en el tribunal,
22 – entonces Desgájese del hombro mi brazo, y Sepárese mi brazo de mi antebrazo.
23 – Porque he temido el castigo de Dios, contra cuya majestad yo no Podría actuar.
24 – Si puse al oro como objeto de mi confianza y al oro fino dije: “Tú eres mi seguridad”,
25 – si me he alegrado porque era grande mi riqueza o porque mi mano haya logrado tanto,
26 – si he mirado al sol cuando resplandece y a la luna Desplazándose en su esplendor,
27 – si en secreto fue seducido mi Corazón y mi boca les Envió un beso con la mano,
28 – esto también Habría sido un delito digno de castigo; porque Habría negado al Dios de lo alto.
29 – Si me he alegrado por el infortunio del que me aborrece, o me regocijé cuando le Alcanzó el mal
30 – (yo no he entregado mi boca al pecado pidiendo su vida con Imprecación),
31 – si los hombres de mi morada no Decían: “¿Quién Podrá hallar a alguien que no se haya saciado con su carne?”
32 – (el forastero no pasaba la noche en la calle, pues yo Abría mis puertas al caminante),
33 – si cual Adán he encubierto mis transgresiones escondiendo en mi seno mi iniquidad
34 – (pues estaba alarmado de la gran multitud y me atemorizaba el desprecio de las familias, de modo que callé y no Salí a mi puerta…)
35 – ¡Oh, si yo tuviera quién me oyese! He Aquí mi firma. ¡Que el Todopoderoso me responda! ¡Que mi adversario escriba un acta contra Mí!
36 – Ciertamente yo la Llevaría sobre el hombro, y me la Ceñiría cual corona.
37 – Yo le Rendiría cuentas de todos mis pasos; como un Príncipe me Acercaría a él.
38 – Si mi tierra clama contra Mí y junto con ella lloran sus surcos,
39 – si he comido de su fuerza sin pagarlo o he hecho expirar a sus dueños,
40 – entonces que me broten cardos en lugar de trigo y cizaña en lugar de cebada. Terminaron las palabras de Job.

– Ano Bíblico (Inglês).:

Book of Jó

Chapter 29

1 – And Job again took up the word and said,
2 – If only I might again be as I was in the months which are past, in the days when God was watching over me!
3 – When his light was shining over my head, and when I went through the dark by his light.
4 – As I was in my flowering years, when my tent was covered by the hand of God;
5 – While the Ruler of all was still with me, and my children were round me;
6 – When my steps were washed with milk, and rivers of oil were flowing out of the rock for me.
7 – When I went out of my door to go up to the town, and took my seat in the public place,
8 – The young men saw me, and went away, and the old men got up from their seats;
9 – The rulers kept quiet, and put their hands on their mouths;
10 – The chiefs kept back their words, and their tongues were joined to the roofs of their mouths.
11 – For when it came to their ears, men said that I was truly happy; and when their eyes saw, they gave witness to me;
12 – For I was a saviour to the poor when he was crying for help, to the child with no father, and to him who had no supporter.
13 – The blessing of him who was near to destruction came on me, and I put a song of joy into the widow´s heart.
14 – I put on righteousness as my clothing, and was full of it; right decisions were to me a robe and a head-dress.
15 – I was eyes to the blind, and feet to him who had no power of walking.
16 – I was a father to the poor, searching out the cause of him who was strange to me.
17 – By me the great teeth of the evil-doer were broken, and I made him give up what he had violently taken away.
18 – Then I said, I will come to my end with my children round me, my days will be as the sand in number;
19 – My root will be open to the waters, and the night mist will be on my branches,
20 – My glory will be ever new, and my bow will be readily bent in my hand.
21 – Men gave ear to me, waiting and keeping quiet for my suggestions.
22 – After I had said what was in my mind, they were quiet and let my words go deep into their hearts;
23 – They were waiting for me as for the rain, opening their mouths wide as for the spring rains.
24 – I was laughing at them when they had no hope, and the light of my face was never clouded by their fear.
25 – I took my place as a chief, guiding them on their way, and I was as a king among his army. …

Chapter 30

1 – But now those who are younger than I make sport of me; those whose fathers I would not have put with the dogs of my flocks.
2 – Of what use is the strength of their hands to me? all force is gone from them.
3 – They are wasted for need of food, biting the dry earth; their only hope of life is in the waste land.
4 – They are pulling off the salt leaves from the brushwood, and making a meal of roots.
5 – They are sent out from among their townsmen, men are crying after them as thieves
6 – They have to get a resting-place in the hollows of the valleys, in holes of the earth and rocks.
7 – They make noises like asses among the brushwood; they get together under the thorns.
8 – They are sons of shame, and of men without a name, who have been forced out of the land.
9 – And now I have become their song, and I am a word of shame to them.
10 – I am disgusting to them; they keep away from me, and put marks of shame on me.
11 – For he has made loose the cord of my bow, and put me to shame; he has sent down my flag to the earth before me.
12 – The lines of his men of war put themselves in order, and make high their ways of destruction against me:
13 – They have made waste my roads, with a view to my destruction; his bowmen come round about me;
14 – As through a wide broken place in the wall they come on, I am overturned by the shock of their attack.
15 – Fears have come on me; my hope is gone like the wind, and my well-being like a cloud.
16 – But now my soul is turned to water in me, days of trouble overtake me:
17 – The flesh is gone from my bones, and they give me no rest; there is no end to my pains.
18 – With great force he takes a grip of my clothing, pulling me by the neck of my coat.
19 – Truly God has made me low, even to the earth, and I have become like dust.
20 – You give no answer to my cry, and take no note of my prayer.
21 – You have become cruel to me; the strength of your hand is hard on me.
22 – Lifting me up, you make me go on the wings of the wind; I am broken up by the storm.
23 – For I am certain that you will send me back to death, and to the meeting-place ordered for all living.
24 – Has not my hand been stretched out in help to the poor? have I not been a saviour to him in his trouble?
25 – Have I not been weeping for the crushed? and was not my soul sad for him who was in need?
26 – For I was looking for good, and evil came; I was waiting for light, and it became dark.
27 – My feelings are strongly moved, and give me no rest; days of trouble have overtaken me.
28 – I go about in dark clothing, uncomforted; I get up in the public place, crying out for help.
29 – I have become a brother to the jackals, and go about in the company of ostriches.
30 – My skin is black and dropping off me; and my bones are burning with the heat of my disease.
31 – And my music has been turned to sorrow, and the sound of my pipe into the noise of weeping.

Chapter 31

1 – I made an agreement with my eyes; how then might my eyes be looking on a virgin?
2 – For what is God´s reward from on high, or the heritage given by the Ruler of all from heaven?
3 – Is it not trouble for the sinner, and destruction for the evil-doers?
4 – Does he not see my ways, and are not my steps all numbered?
5 – If I have gone in false ways, or my foot has been quick in working deceit;
6 – (Let me be measured in upright scales, and let God see my righteousness:)
7 – If my steps have been turned out of the way, or if my heart went after my eyes, or if the property of another is in my hands;
8 – Let me put seed in the earth for another to have the fruit of it, and let my produce be uprooted.
9 – If my heart went after another man´s wife, or if I was waiting secretly at my neighbour´s door;
10 – Then let my wife give pleasure to another man and let others make use of her body.
11 – For that would be a crime; it would be an act for which punishment would be measured out by the judges:
12 – It would be a fire burning even to destruction, and taking away all my produce.
13 – If I did wrong in the cause of my man-servant, or my woman-servant, when they went to law with me;
14 – What then will I do when God comes as my judge? and what answer may I give to his questions?
15 – Did not God make him as well as me? did he not give us life in our mothers´ bodies?
16 – If I kept back the desire of the poor; if the widow´s eye was looking for help to no purpose;
17 – If I kept my food for myself, and did not give some of it to the child with no father;
18 – (For I was cared for by God as by a father from my earliest days; he was my guide from the body of my mother;)
19 – If I saw one near to death for need of clothing, and that the poor had nothing covering him;
20 – If his back did not give me a blessing, and the wool of my sheep did not make him warm;
21 – If my hand had been lifted up against him who had done no wrong, when I saw that I was supported by the judges;
22 – May my arm be pulled from my body, and be broken from its base.
23 – For the fear of God kept me back, and because of his power I might not do such things.
24 – If I made gold my hope, or if I ever said to the best gold, I have put my faith in you;
25 – If I was glad because my wealth was great, and because my hand had got together a great store;
26 – If, when I saw the sun shining, and the moon moving on its bright way,
27 – A secret feeling of worship came into my heart, and my hand gave kisses from my mouth;
28 – That would have been another sin to be rewarded with punishment by the judges; for I would have been false to God on high.
29 – If I was glad at the trouble of my hater, and gave cries of joy when evil overtook him;
30 – (For I did not let my mouth give way to sin, in putting a curse on his life;)
31 – If the men of my tent did not say, Who has not had full measure of his meat?
32 – The traveller did not take his night´s rest in the street, and my doors were open to anyone on a journey;
33 – If I kept my evil doings covered, and my sin in the secret of my breast,
34 – For fear of the great body of people, or for fear that families might make sport of me, so that I kept quiet, and did not go out of my door;
35 – If only God would give ear to me, and the Ruler of all would give me an answer! or if what he has against me had been put in writing!
36 – Truly I would take up the book in my hands; it would be to me as a crown;
37 – I would make clear the number of my steps, I would put it before him like a prince! The words of Job are ended.
38 – If my land has made an outcry against me, or the ploughed earth has been in sorrow;
39 – If I have taken its produce without payment, causing the death of its owners;
40 – Then in place of grain let thorns come up, and in place of barley evil-smelling plants.

Na graça de nosso Senhor Jesus,

Daniel Gavin
Diretor Geral – Ellen White Books
http://www.ellenwhite.com.br/
http://www.ellenwhitebooks.com/
http://www.ellenwhite.es/
http://www.ellenwhitebooks.es/

Esse post foi publicado em Não categorizado. Bookmark o link permanente.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s