Novidades – Reavivamento e Reforma

 

Novidades – Reavivamento e Reforma


Revista Adventista do mes de julho é dedicada ao tema do reavivamento e reforma

Posted: 27 Jun 2011 11:21 AM PDT

Tatuí, SP…[ASN] O movimento de reavivamento reformas espirituais entre os adventistas, iniciado em outubro na sede mundial da denominação, tem ganhado cada vez mais espaço. Por isso, a Revista Adventista dedica sua edição de julho para aprofundar essa discussão. O número se ateve às orientações breves e práticas, pesquisadas e escritas pelos editores da Casa Publicadora Brasileira.

A matéria de capa trata da conhecida visão bíblica sobre o “vale dos ossos secos”, registrada no livro de Ezequiel. O autor, pastor Alceu Nunes, tendo como base a situação espiritual do povo israelita, faz um paralelo com a realidade do cristianismo atual. No fim da matéria, são descritos e recomendados os princípios que promoveram reavivamentos históricos entre os judeus e cristãos.

Os demais artigos tratam do impacto do reavivamento reforma espirituais em diversos aspectos da vida como cuidado com a saúde, relacionamento familiar e testemunho pessoal. O número também conta com uma entrevista com o pastor Heraldo Lopes sobre o conceito de sacudidura espiritual nos escritos de Ellen G. White, pioneira do adventismo.

Na seção de reportagens, destaque para a cobertura completa sobre o congresso em Foz do Iguaçú, que reuniu mais de 4 mil pastores; para  os diversos encontros sobre pequenos grupos realizados ao redor do Brasil; o reconhecimento dos governos ao projeto Vida por Vidas e à contribuição social do Clube de Desbravadores.

A Revista Adventista é o órgão geral dos adventistas no Brasil há mais de cem anos e pode ser adquirida em uma das 12 lojas da Casa Publicadora Brasileira, nas sedes administrativas da Igreja Adventista, pelo telefone 0800-9790606 ou pelo site www.cpb.com.br. E você pode seguir a revista pelo perfil: www.twitter.com/rev_adventista.
[Equipe ASN, Wendel Lima]

Mantendo os Vigias Despertos

Posted: 27 Jun 2011 10:23 AM PDT

E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos. Rom. 13:11.

Meus irmãos, precisais ter Jesus entronizado interiormente, e o próprio eu deverá morrer. Temos de ser batizados com o Espírito Santo, e então não nos assentaremos, dizendo despreocupadamente: “O que tem de ser será; a profecia terá de cumprir-se.” Oh, despertai! Eu vos rogo: despertai! pois pesam sobre vós as responsabilidades mais sagradas. Como vigias fiéis, deveis dar o aviso ao ver que vem a espada, para que homens e mulheres, pela ignorância, não sigam um rumo que evitariam se conhecessem a verdade.

O Senhor nos esclareceu no tocante ao que sobrevirá à Terra, para que possamos esclarecer a outros, e não seremos tidos por inocentes se nos contentarmos em ficar sentados, com os braços cruzados, falando sobre assuntos sem importância. A mente de muitos se absorveu em discussões, e eles rejeitaram a luz dada por meio dos Testemunhos, porque não estava de acordo com suas próprias opiniões.

Deus não obriga ninguém a entrar no Seu serviço. Toda pessoa precisa decidir por si mesma se cairá ou não sobre a Rocha, despedaçando-se. O Céu fica espantado ao ver que prevalece o entorpecimento espiritual. Precisais abrir individualmente o coração arrogante para o Espírito de Deus. Vossa capacidade intelectual tem de ser santificada para o serviço do Senhor. O poder transformador de Deus precisa estar sobre vós, para que vossa mente seja renovada pelo Espírito Santo e tenhais o mesmo sentimento que houve em Cristo.

Se os vigias dormirem sob o narcótico de Satanás e não reconhecerem a voz do verdadeiro Pastor, nem derem o aviso, digo-vos, no temor de Deus, que eles serão responsabilizados pelo sangue das almas. Os vigias precisam estar bem despertos e ser homens que não cochilem no posto do dever, nem de dia nem de noite. Devem dar à trombeta o sonido certo, para que as pessoas possam evitar o mal, e escolher o bem. Torpor e descuidosa indiferença não têm desculpa. Por todos os lados, ao nosso redor, há vagalhões e pedras ocultas que podem despedaçar nossa embarcação, deixando-nos como náufragos desamparados, a menos que façamos de Deus o nosso refúgio e amparo. Review and Herald, 24 de dezembro de 1889.

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